Fentanil é 150 vezes mais potente que a morfina. Ver mais
A Proposta de Lei das Fake News (PL 2.630/2020 ) tem como objetivo regulamentar a disseminação de notícias falsas ou desinformação nas redes sociais e serviços de mensagem instantânea. A disseminação de notícias falsas conheceu seu maior expoente nas duas últimas eleições presidenciais brasileiras, com propagação de informações falsas e desinformação nas redes sociais e no WhatsApp. A PL prevê medidas como a identificação de usuários em redes sociais, a criação de mecanismos para desmentir informações falsas e a obrigatoriedade de plataformas digitais removerem conteúdos que sejam considerados prejudiciais à saúde, à segurança pública e à ordem econômica. Além disso, a proposta prevê a criação de um Conselho de Transparência e Responsabilidade na Internet para monitorar e regulamentar a disseminação de notícias falsas e desinformação nas redes sociais e serviços de mensagem.
A economista e investigadora Susana Peralta afirma que a evolução da pobreza vai trazer um agravamento das privações materiais e sociais, consequência da crise inflacionista. Crise traz "agravamento das privações" material e social dos portugueses
Em entrevista à agência Lusa, a propósito da divulgação do relatório anual 'Portugal, Balanço Social 2022', a investigadora, que é uma das autoras do documento, explicou que há dois tipos de medidas de pobreza, uma ligada ao rendimento, outra ligada à privação material e social.
A medida da pobreza ligada ao rendimento tem a ver com todas as pessoas que vivem abaixo do limiar da pobreza, e que corresponde a 60% da mediana do rendimento por adulto equivalente de cada país, o que, em Portugal, ronda os 600 euros.
Por outro lado, a medida de privação, disse Susana Peralta, "mede mais diretamente o consumo das pessoas",
como por exemplo, se conseguem fazer face a uma despesa inesperada,
conseguem comprar roupa nova, fazer férias, manter a casa aquecida ou
ter semanalmente refeições com proteína. Ler mais
Os municípios podem prescindir de notificar os proprietários dos imóveis devolutos para o arrendamento forçado mas, nesse caso, serão penalizados a nível fiscal – ficam impedidas de aplicar as taxas agravadas de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) previstas para as casas devolutas.
O arrendamento forçado de casas devolutas, uma das medidas mais polémicas do pacote Mais Habitação do Governo, aplica-se a apartamentos considerados devolutos há pelo menos dois anos pelas respetivas câmaras municipais e que se encontrem fora de territórios de baixa densidade. Ou seja, há menos de 10 mil imóveis abrangidos por este regime, já amplamente criticado em diversos quadrantes.
Segundo a proposta de lei em discussão no Parlamento, terminado o
prazo de dois anos depois de um apartamento ter sido considerado
devoluto e se não houver alterações, os municípios têm a
responsabilidade de notificar os proprietários do dever de conservação
dos imóveis, avançando para obras coercivas em caso de incumprimento
desse dever; ou notificar os proprietários do dever de dar uso ao
apartamento, podendo, depois disso, apresentar uma proposta de
arrendamento, com um valor de renda que não poderá ultrapassar em 30% os
limites que estão previstos no programa de arrendamento acessível. Ler mais

"Após a receção do pedido completo, as instituições têm 10 dias úteis
para comunicar aos mutuários se preenchem os requisitos de acesso à
bonificação. Caso não preencham, os bancos devem indicar expressamente
os motivos da não elegibilidade”, informa o ministério da Finanças, em
comunicado. As famílias que são elegíveis para beneficiarem da bonificação de
juros no crédito à habitação – medida prevista no pacote Mais Habitação
do Governo – já podem pedir o apoio.
“Os pedidos de acesso são apresentados pelos mutuários junto das instituições, utilizando para isso os canais que estas disponibilizem para esse efeito. Após a receção do pedido completo, as instituições têm 10 dias úteis para comunicar aos mutuários se preenchem os requisitos de acesso à bonificação. Caso não preencham, os bancos devem indicar expressamente os motivos da não elegibilidade”, informa o ministério da Finanças, em comunicado, esta terça-feira, acrescentando que, até á data, “a generalidade dos bancos a operar em Portugal já aderiu ao protocolo que operacionaliza a medida”. Ler mais
Segundo o JN, a Polícia Judiciária está a realizar buscas na Câmara Municipal de Gaia. Em causa estão crimes de corrupção que pode envolver vários milhões de euros. Houve sete detenções, entre elas o vice-presidente da câmara de Gaia no âmbito da operação da Polícia Judiciária de combate a esquemas de corrupção na área do urbanismo nas câmaras do Porto e de Vila Nova de Gaia.
As buscas, segundo a mesma publicação, estão a decorrer nos Paços do Concelho e em diversos outros locais do município, envolvendo cerca de meia centena de inspetores da PJ.
Houve
cinco detenções, uma delas do vice-presidente da Câmara Municipal de
Vila Nova de Gaia, bem como cinco outros funcionários, dois deles da
Câmara Municipal do Porto. Fonte judicial disse à agência Lusa que o
autarca socialista foi detido no âmbito da operação que investiga um
alegado “esquema de corrupção e de favorecimento” relacionado com
licenciamentos urbanísticos. Entre os detidos estão também “alguns
empresários da construção civil”. Ler mais
Recomenda ao Governo que crie uma comissão que pondere a eventual integração da Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores no regime geral da segurança social, realizando uma auditoria ao seu funcionamento e avaliando modelos alternativos de proteção social
Recomenda ao Governo da República que crie um contrato de transparência com os futuros pensionistas informando-os sobre a expectativa de pensão que receberão ao atingirem a idade legal de reforma
Procede à primeira alteração do Decreto Regulamentar Regional n.º 20/2020/M, de 6 de março, que aprova a orgânica da Direção Regional de Educação
Chega mais um serviço à app gov.pt que promete poupar tempo (e paciência) aos portugueses. A renovação da Carta de Condução já pode ser fe...