A nova portaria que define os tempos máximos de resposta no Serviço Nacional de Saúde (SNS) está a gerar forte controvérsia
A nova portaria que define os tempos máximos de resposta no Serviço
Nacional de Saúde (SNS) está a gerar forte controvérsia. A
regulamentação do novo sistema de acesso a consultas e cirurgias ignorou
as propostas do grupo técnico que desenhou o modelo, optando por prazos
mais alargados para doentes prioritários, avança o ‘Diário de
Notícias’.
Proposta previa consultas mais rápidas — Governo opta por prazos maiores
O grupo de trabalho responsável pelo Sistema Nacional de Acesso a
Consultas e Cirurgias (SINACC) defendia metas mais ambiciosas: consultas
em 15 dias para doentes muito prioritários e 45 dias para prioritários.
No entanto, a portaria agora publicada fixa esses prazos em 30 e 60
dias, respetivamente. Ler mais