segunda-feira, 1 de junho de 2026

Compras online vão mudar este mês: UE obriga plataformas a facilitar cancelamentos

 

Entram em vigor este mês, a 19 de junho, as novas regras europeias destinadas a reforçar os direitos dos consumidores nas compras online, numa alteração que promete mudar profundamente a forma como os utilizadores cancelam contratos, subscrições e serviços digitais.

Entram em vigor este mês, a 19 de junho, as novas regras europeias destinadas a reforçar os direitos dos consumidores nas compras online, numa alteração que promete mudar profundamente a forma como os utilizadores cancelam contratos, subscrições e serviços digitais. O objetivo da União Europeia é simples: tornar o cancelamento de uma compra tão fácil e rápido como o processo de adesão ou aquisição.

A medida resulta da Diretiva UE 2023/1673 e surge numa altura em que Bruxelas intensifica o escrutínio sobre o comércio eletrónico e as práticas utilizadas por muitas plataformas digitais. Depois de várias iniciativas dirigidas a gigantes do comércio online e marketplaces internacionais, a União Europeia avança agora com novas exigências focadas na proteção dos consumidores e na eliminação de obstáculos considerados abusivos. Ler mais

 

Cuidado com o 7-Zip. É recomendada a atualização para a versão mais recente

 

Há mais uma vulnerabilidade grave que está a afetar um softaware bem conhecido e muito usado. Esta falha afeta a aplicação 7-Zip permite a instalação de malware no computador a partir de um ficheiro comprimido. A recomendação é que este software seja atualizado o mais depressa possível para a versão mais recente.

Cuidado com o 7-Zip, tem falha de segurança grave

Os utilizadores do 7-Zip estão a passar por momentos difíceis. Foram descobertas várias vulnerabilidades graves na popular aplicação de compressão e descompressão de ficheiros , colocando os computadores dos utilizadores em risco. Os criadores do programa emitiram um alerta, recomendando que os utilizadores atualizem a aplicação imediatamente. Ler mais

Receita do imposto “coca-cola” deixa de estar consignada ao SNS

 


O Governo decidiu que o imposto sobre as bebidas adicionadas de açúcar ou edulcorantes (IABA) deixa este ano de ser afeto ao SNS, alterando o que estava previsto desde a sua criação em 2017. 

O imposto sobre as bebidas adicionadas de açúcar ou edulcorantes (IABA) rendeu 533,2 milhões de euros desde a sua criação, em 2017, tendo sido sempre consignado ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). Contudo, o atual Governo decidiu que o IABA, vulgarmente conhecido como imposto “coca-cola”, deixou de estar afeto ao SNS, passando a ir para o bolo geral dos impostos arrecadados, contrariando a motivação para a qual foi originalmente criado e a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), revela o jornal Público.

A alteração, que passou despercebida, foi introduzida no Orçamento do Estado de 2026 e, segundo justifica fonte oficial do Ministério da Saúde, visa “simplificar o modelo de consignações específicas, mantendo o princípio de que o financiamento global do SNS é assegurado através das dotações do Orçamento do Estado, enquanto os mecanismos de consignação são utilizados sobretudo quando estão diretamente associados a objetivos concretos de política de saúde pública”. Ler mais

 

Este hábito de verão é comum e poderia custar-lhe 100 euros

 

Nova Iorque arrecadou mais de nove milhões de dólares com esta infração. Em Espanha, a legislação já permitiria multar por isso. E Portugal?

O que Nova Iorque fez e que pode inspirar outros países

Deixar o carro a trabalhar enquanto está parado ou estacionado pode originar uma multa e Nova Iorque já transformou este hábito numa fonte de receita milionária.

Nas últimas semanas, a cidade americana arrecadou mais de nove milhões de dólares com esta infração, tendo como principal alvo os estafetas da Amazon e de outras empresas de distribuição, que costumam manter o motor ligado enquanto entregam encomendas para não perderem tempo. Ler mais

Casas em Portugal ficam 10,2% mais caras e batem recorde pelo sétimo mês consecutivo

 

Em termos trimestrais, os preços das casas à venda aumentaram 2,2%, confirmando a continuidade da pressão sobre o mercado residencial. A subida foi transversal a todas as regiões do país e a todas as capitais de distrito e regiões autónomas analisadas

Comprar casa em Portugal ficou 10,2% mais caro em maio, face ao mesmo mês de 2025, com o preço mediano a atingir os 3.142 euros por metro quadrado. O valor representa um novo máximo histórico no mercado nacional, alcançado pelo sétimo mês consecutivo, segundo o índice de preços do idealista.

Em termos trimestrais, os preços das casas à venda aumentaram 2,2%, confirmando a continuidade da pressão sobre o mercado residencial. A subida foi transversal a todas as regiões do país e a todas as capitais de distrito e regiões autónomas analisadas. Ler mais

 

Cada vez mais funcionários públicos trabalham até mais tarde: pensão média sobe para 1.760 euros

 Idade média de entrada na reforma na função pública fixou-se, no ano passado, nos 65,6 anos, ficando próxima da idade legal então em vigor, de 66 anos e sete meses

Os funcionários públicos estão a reformar-se cada vez mais tarde e, em alguns casos, apenas no limite legal dos 70 anos, de acordo com uma análise do Conselho de Finanças Públicas a dados da Caixa Geral de Aposentações referentes a 2025, citada pelo ‘Correio da Manhã’.

A idade média de entrada na reforma na função pública fixou-se, no ano passado, nos 65,6 anos, ficando próxima da idade legal então em vigor, de 66 anos e sete meses. Segundo o Conselho de Finanças Públicas, esta evolução é explicada pelas penalizações aplicadas às reformas antecipadas e também pelas dificuldades de acesso a esse regime. Ler mais

 

Cuidado com os ‘dark patterns’ que nos fazem comprar sem pensar

 
Uma primeira recomendação: desacelerar. A principal arma contra dark patterns é o tempo. Quase nenhuma promoção relâmpago é real. Espere um dia. Volte. Compare. A segunda: desconfiar da pressão.

 Já lhe aconteceu entrar num site para comprar uma coisa pequena e, minutos depois, sair de lá com o dobro do que planeava? Ou sentir uma pressão enorme para clicar em “comprar já” porque o stock estava a esgotar (“Só dois disponíveis!”; “Último!”) – e, no dia seguinte, o produto continuava lá, ao mesmo preço? Não é azar. Não é falta de força de vontade. É engenharia do comportamento. Chamam-se “dark patterns” a estes padrões obscuros de design que estão cada vez mais sofisticados graças à inteligência artificial. O problema é que a maioria de nós nem se apercebe de que está a ser manipulada.

Como investigadora neste domínio, tenho acompanhado de perto como as lojas online, as redes sociais e os marketplaces usam estas táticas para nos roubar a autonomia de decisão. O pior? Muitas vezes, nem desconfiamos. E é isso que quero partilhar um alerta prático, com exemplos concretos, para não cair na esparrela. Ler mais

Compras online vão mudar este mês: UE obriga plataformas a facilitar cancelamentos

  Entram em vigor este mês, a 19 de junho, as novas regras europeias destinadas a reforçar os direitos dos consumidores nas compras online,...