quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Mais de metade dos utentes morreram à espera de vaga em cuidados paliativos em 2024

 
Mais de metade dos utentes referenciados para cuidados paliativos no SNS em 2024 morreram antes da admissão, mais do que nos dois anos anteriores, revela um estudo do regulador da Saúde.

Em 2024, 53% dos utentes referenciados para Unidade de Cuidados Paliativos da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (UCP-RNCCI) morreram enquanto esperavam por vagas, acima dos 47,5% em 2023 e 48% em 2022, refere o estudo sobre o acesso a cuidados paliativos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), realizado pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS) e hoje divulgado.

“Em sentido inverso, a percentagem de utentes admitidos diminuiu para 33,0%, em 2024, menos 4,4 pontos percentuais face a 2023 e menos 3,6 pontos percentuais face a 2022, com uma mediana de tempo de espera para a admissão de 16 dias, no último ano”, salienta. Ler mais

ERS aponta limitações no acesso a cuidados paliativos no SNS em 202

 

A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) concluiu que persistem limitações no acesso equitativo a cuidados paliativos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), apesar da existência de uma rede formalmente estruturada.

A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) realizou um estudo sobre o acesso a cuidados paliativos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), com base em dados de 2024, concluindo que persistem limitações no acesso equitativo a estes cuidados, apesar da existência de uma rede formalmente estruturada.

Em 2024, foram identificadas 21 unidades de internamento de cuidados paliativos hospitalares e 13 unidades contratualizadas com o setor social e privado no âmbito da RNCCI, menos uma do que nos dois anos anteriores. O rácio nacional fixou-se em 42,1 camas por 1.000.000 habitantes, valor inferior aos limiares recomendados pela European Association for Palliative Care. Ler mais 

Biocombustíveis são “complemento com custo razoável e indispensável” à descarbonização

 
Em entrevista à Green Savers, Gonçalo Santos, recentemente eleito presidente direção Associação Portuguesa dos Produtores de Bioenergia, explica-nos o potencial da bioenergia nos esforços de descarbonização e fala-nos de como a organização pretende impulsionar a bioenergia em Portugal.

A descarbonização é uma das grandes demandas dos nossos tempos. Virar a página dos combustíveis fósseis não é fácil, não só porque é preciso transformar sociedades e economias há séculos dependentes desse tipo de energia, como também a transição encontra obstáculos em muitos outros interesses e agendas, veja-se as frustrantes cimeiras globais do clima.

Contudo, e embora o foco da transição tenda a cair intensamente sobre a eletrificação, a bioenergia pode ser mais um par de braços a remar em direção a um futuro sem combustíveis fósseis e um aliado poderoso na redução das emissões de gases com efeito de estufa e, assim, na mitigação das alterações climáticas. Ler mais

 

CNPD quer responsabilizar pais por menores na internet

 

Projeto de lei entregue no parlamento português visa a exigência de um consentimento parental para a utilização da internet por menores de 16 anos, devendo os pais travar o acesso digital dos filhos.

A Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) recomenda, num parecer, a responsabilização dos pais quando estes forem autores ou cúmplices da utilização ou acesso indevido dos filhos menores a páginas web com conteúdos desajustados à sua menoridade.

No seu parecer ao projeto de lei do PSD para travar o acesso digital de menores até aos 16 anos, exigindo o consentimento dos pais ou representantes legais, a CNPD considera ser necessário responsabilizar os titulares de responsabilidades parentais, quando são autores ou cúmplices do acesso dos filhos a páginas que deviam estar excluídas por terem conteúdos considerados de elevado risco para a idade. Ler mais

28 mil famílias com pobreza energética sem apoio de programa

 

Candidaturas aos vales de 1.300 euros estão numa fila de espera que apenas será reaberta em 2027, após o Governo encerrar o programa mesmo com processos concluídos e elegíveis não terem sido pagos.

Cerca de 28 mil famílias economicamente vulneráveis que ficaram sem vales do programa Vale Eficiência, lançado para combater a pobreza energética, só poderão voltar a candidatar-se a um novo apoio com características semelhantes em 2027.

“Existem, à data, cerca de 28.000 candidaturas elegíveis (mas não aprovadas) no âmbito do programa sem vale atribuído”, confirmou à Lusa fonte oficial do Ministério do Ambiente e Energia, no seguimento da decisão governamental de encerrar a segunda e última fase do programa. Ler mais

Segurança Social exige dupla verificação para empresas já a partir de hoje. O que é e como funciona?

 

O acesso ao portal da Segurança Social Direta vai sofrer alterações significativas a partir desta quinta-feira, com a introdução obrigatória da autenticação de dois fatores para utilizadores empresariais.

O acesso ao portal da Segurança Social Direta vai sofrer alterações significativas a partir desta quinta-feira, com a introdução obrigatória da autenticação de dois fatores para utilizadores empresariais. A medida visa aumentar a proteção dos dados pessoais e prevenir acessos não autorizados aos sistemas digitais da instituição, numa altura em que o uso de serviços públicos online se intensifica.

O novo sistema implica que, além da utilização do Número de Identificação de Segurança Social (NISS) e da respetiva palavra-passe, os utilizadores terão também de validar o acesso através de um código temporário enviado para o telemóvel ou e-mail previamente registado. A Segurança Social explica que a mudança tem como objetivo “reforçar a segurança e a proteção dos dados pessoais dos seus utilizadores”, segundo informação divulgada na própria plataforma institucional. Ler mais

 

Saúde mental dos portugueses pior entre jovens apesar de laços familiares fortes

 

A saúde mental dos portugueses é pior entre os jovens adultos face à população acima dos 55 anos, apesar dos laços familiares fortes e hábitos alimentares saudáveis, fatores socioculturais habitualmente associados a essa diferença geracional.

A saúde mental dos portugueses é pior entre os jovens adultos face à população acima dos 55 anos, apesar dos laços familiares fortes e hábitos alimentares saudáveis, fatores socioculturais habitualmente associados a essa diferença geracional.

É assim em todos os 84 países analisados no relatório Global Mind Health (Saúde Mental Global) 2025 e Portugal não é exceção: os níveis de saúde mental dos jovens são tendencialmente mais baixos em comparação com as faixas etárias mais velhas. Ler mais

Mais de metade dos utentes morreram à espera de vaga em cuidados paliativos em 2024

  Mais de metade dos utentes referenciados para cuidados paliativos no SNS em 2024 morreram antes da admissão, mais do que nos dois anos a...