segunda-feira, 6 de julho de 2026

Começou a “limpeza” de registos do SNS. Quem não aparece há 5 anos perde vaga no médico de família

 

A ACSS arrancou este sábado com a reclassificação dos registos de utentes. A operação decorre durante julho, os resultados serão conhecidos em agosto — e mais de 120 mil pessoas sem contacto registado com o SNS há mais de cinco anos podem libertar o lugar que ocupam nas listas dos médicos de família.

A atribuição de médico de família passa a depender da existência de vaga na unidade de saúde e de um registo atualizado no Registo Nacional de Utentes (RNU). Já os utentes que têm médico atribuído, mas não contactam o Serviço Nacional de Saúde há mais de cinco anos, podem ver essa atribuição reformulada.

As novas regras começaram a ser aplicadas este sábado pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), avança o JN, numa operação que decorre ao longo de todo o mês de julho e abrange cerca de 20 milhões de registos. Ler mais

Saúde continua a pesar no bolso: famílias pagam diretamente mais de 8,8 mil milhões

 
Os pagamentos feitos diretamente pelos utentes continuam acima dos níveis registados antes da pandemia e mantêm Portugal entre os países europeus onde este tipo de encargos tem maior peso.

As despesas pagas diretamente pelas famílias portuguesas em bens e serviços de saúde voltaram a aumentar no ano passado, embora a um ritmo mais moderado. Em 2025, os agregados familiares gastaram mais de 8,8 mil milhões de euros em saúde, mantendo este tipo de encargos perto dos 5% da despesa final de consumo.

De acordo com o Jornal de Negócios, os dados da Conta Satélite da Saúde do Instituto Nacional de Estatística mostram que os pagamentos diretos das famílias cresceram 4,4% em 2025. O ritmo representa uma desaceleração face aos 7,3% registados no ano anterior e é o mais baixo desde 2020, ano marcado pelos primeiros confinamentos da pandemia e por uma menor procura de cuidados de saúde. Ler mais

 

Quase quatro em cada dez acham que situação económica piorou

 

Um novo barómetro mostra que quase quatro em cada dez portugueses consideram que a sua situação económica piorou. Há 63% que acreditam que poderá piorar até ao fim do ano.

Quase quatro em cada dez portugueses acreditam que a sua situação económica está pior comparando com há um ano, revela o barómetro DN/Aximage. Apenas 14% dos inquiridos dizem estar agora melhor.

Este barómetro, focado no custo de vida, mostra ainda que 63% dos inquiridos acreditam que o custo de vida continuará a aumentar até ao fim do ano. Há apenas 11% que consideram que a situação irá melhorar.

O barómetro cruza a identificação política com a perceção económica. Quase metade dos votantes do PS e do Chega consideram estar agora pior (ambos com 47%). Os valores crescem entre os eleitores do Livre (58%) e da CDU (72%). No caso do Bloco de Esquerda, ultrapassa os 80%, embora haja “reservas na interpretação dos dados” devido à dimensão da amostra, feita a 500 pessoas.

Já entre os eleitores da AD, apenas 21% consideram que a sua situação económica piorou. A maioria (57%) relata uma situação igual em relação a há um ano e 22% consideram que a sua situação económica melhorou.

 

Médico de família: quem pode perder a vaga com as novas regras do SNS?

 

Com esta reorganização, o Governo espera acelerar a atribuição de médicos de família a utentes que ainda aguardam vaga, evitando que lugares continuem associados a pessoas que não usam o sistema há vários anos.

As novas regras de gestão do Registo Nacional de Utentes entraram em vigor este sábado e vão alterar a forma como os utentes são organizados no Serviço Nacional de Saúde. A medida tem impacto sobretudo na inscrição nos cuidados de saúde primários e na atribuição de médico de família, mas o Ministério da Saúde garante que ninguém perde o direito de ser atendido no SNS. Ler mais 

Guerra contra IPTV: 500 mil sites legítimos bloqueados por engano

 

A luta contra a IPTV tem tomado proporções cada vez maiores e mais agressivas. Espanha tem sido um dos países com as medidas mais incidentes, mas isso tem um preço elevado a ser pago. Do que foi revelado, na guerra contra IPTV, 500 mil sites legítimos foram bloqueados por engano.

Vítimas inocentes da guerra contra IPTV

Numa tentativa de combater a IPTV ilegal, a LaLiga bloqueou os sites da Amnistia Internacional, da Greenpeace e da Cool Earth. Entre janeiro e junho, um total de 500 mil sites legítimos foram bloqueados. O problema reside na técnica usada pela Liga Espanhola de Futebol para proibir transmissões ilegais de jogos. Pior ainda, um operador espanhol recorreu a técnicas de interceção de redes para combater a pirataria. Ler mais

 

BdP alerta consumidores sobre entrega de valores a intermediários de crédito

 

O regulador assinla que os intermediários de crédito não estão autorizados a receber valores dos consumidores pela celebração, execução ou reembolso antecipado dos contratos. 

 O Banco de Portugal (BdP) alertou esta quinta-feira que os intermediários de crédito não estão autorizados a receber valores dos consumidores pela celebração, execução ou reembolso antecipado dos contratos, podendo, em certos casos, ser remunerados pela prestação de serviços.

Numa nota hoje divulgada, o BdP indicou que na sequência de pedidos de informação "relacionados com a entrega de valores a intermediários de crédito por parte dos consumidores, esclarece-se que os intermediários de crédito, independentemente da categoria em que atuam, não estão autorizados a receber quaisquer valores dos consumidores, nomeadamente relacionados com a celebração, a execução ou o reembolso antecipado de contratos de crédito". Ler mais

Suécia obriga comércio a aceitar pagamentos em dinheiro

 

Na vanguarda europeia de pagamentos com cartão e por meio de aplicativos, país adota legislação para proteger o uso do dinheiro em espécie.

Um pequeno passo para trás no paraíso dos pagamentos com cartão da Suécia: desde esta quinta-feira (01/07), supermercados e farmácias do país escandinavo são obrigados, após uma mudança na legislação, a aceitar dinheiro em espécie. Com isso, a Suécia pretende estar mais preparada para possíveis falhas técnicas em situações de crise. Ao mesmo tempo, busca evitar que pessoas que têm dificuldade com formas de pagamento digitais sejam excluídas.

Entretanto, muitos supermercados do país já oferecem essa opção. "Em algumas situações, quando a tecnologia falha, moedas e cédulas podem ser a única forma de pagamento que funciona", afirmou Carlos Cancino, da rede de supermercados Coop, à agência de notícias TT. Ler mais

 

Limite de 3 mil euros num projeto anti-Visa e Mastercard

  O Banco Central Europeu está a ponderar um limite máximo da carteira por cidadão, que os testes apontam para 3 mil euros. Banco de Portug...