
Os pagamentos feitos diretamente pelos utentes continuam acima dos
níveis registados antes da pandemia e mantêm Portugal entre os países
europeus onde este tipo de encargos tem maior peso.
As despesas pagas diretamente pelas famílias portuguesas em bens e serviços de saúde voltaram a aumentar no ano passado, embora a um ritmo mais moderado. Em 2025, os agregados familiares gastaram mais de 8,8 mil milhões de euros em saúde, mantendo este tipo de encargos perto dos 5% da despesa final de consumo.
De acordo com o Jornal de Negócios, os dados da Conta Satélite da Saúde do Instituto Nacional de Estatística mostram que os pagamentos diretos das famílias cresceram 4,4% em 2025. O ritmo representa uma desaceleração face aos 7,3% registados no ano anterior e é o mais baixo desde 2020, ano marcado pelos primeiros confinamentos da pandemia e por uma menor procura de cuidados de saúde. Ler mais
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