sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Infarmed determina “suspensão imediata” da comercialização de branqueadores dentários indevidamente qualificados como dispositivos médicos

 A qualificação regulamentar dos produtos destinados a branquear ou clarear os dentes foi uma temática muito discutida a nível europeu, a qual veio clarificar que estes produtos não devem ser qualificados como dispositivos médicos por não estarem abrangidos pela definição de dispositivo médico estabelecida na legislação europeia aplicável ao setor, uma vez que não apresentam uma finalidade médica, dado que a descoloração, ou a existência de manchas, dos dentes não é considerada uma doença ‘per se’.

Este documento refere ainda que, apesar de que estas condições poderem eventualmente ser causadas por uma patologia, os produtos em apreço não se destinam a tratar a doença subjacente, tendo apenas capacidade para mascarar um sinal de uma doença subjacente. Por este motivo, foi considerado no manual referido que os branqueadores dentários, quer sejam colocados dentro da cavidade dentária quer na superfície do dente, não devem ser qualificados como dispositivos médicos. Ler mais

Ministro da Saúde admite risco de fecho de algumas urgências

 

O ministro da Saúde admitiu hoje que existe o risco de algumas urgências fecharem devido à recusa dos médicos fazerem horas extras além das obrigatórias, mas assegurou estar a trabalhar para garantir o normal funcionamento destes serviços.

 A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) avisou hoje que se acumulam “episódios dramáticos, com mais de duas dezenas de hospitais em risco de ficarem sem serviços de urgência”, sendo já mais de 1.500 médicos que, em todo o país, entregaram as declarações manifestando indisponibilidade para fazer mais do que o limite legal de 150 horas suplementares por ano.

“O SNS não pode estar dependente das oito milhões de horas extraordinárias que os médicos realizam por ano”, afirmou, salientando que “a situação é mais desesperante” em Viana do Castelo, Vila Real, Penafiel, Bragança, Guarda, Viseu, Aveiro, Leiria, Santarém, Lisboa e Almada, refere a Fnam em comunicado. Ler mais

Mudanças à Lei do Tabaco aprovadas. 16 deputados do PS não votaram a favor

 

Texto do Governo nunca gerou consenso. Mas, por entre críticas, a maioria aprovou-o. Baixa agora à comissão de Saúde, para ser discutido e finalizado na especialidade.

O Parlamento aprovou esta sexta-feira as alterações à chamada Lei do Tabaco. Polémico devido às mudanças que faz, entre outras, em relação ao consumo e venda de tabaco, o diploma do Governo não reuniu consenso dentro da própria bancada socialista. Ler mais

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Mais de 1500 médicos já recusaram horas extra

 

A Federação Nacional dos Médicos garante que mais de 1500 médicos de todo o país entregaram declarações de indisponibilidade para fazerem horas extra para lá do limite legal. A adesão cresce de dia para dia e o sindicato assegura que quase não há hospitais com possibilidade de organizar as escalas de outubro. 

Num comunicado, enviado esta manhã de sexta-feira às redações, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) afirma que se estão a acumular "episódios dramáticos" e que há "mais de duas dezenas de hospitais em risco de ficarem sem serviços de urgência".

Em causa está um movimento de médicos que se recusa a fazer mais do que limite legal de 150 horas extra por ano, em protesto por melhores condições de trabalho e salariais no SNS. A adesão ao movimento, que nasceu há pouco mais de um mês no Hospital de Viana do Castelo, tem sido crescente e explodiu depois das negociações entre os sindicatos médicos e a tutela terem terminado sem acordo. Ler mais

 

Animais de estimação: Pandemia fez disparar adoção. Portugueses recusam comprar menos mesmo com inflação, mas 50% procura mais barato


 Na última década verifica-se uma tendência crescente de cada vez mais portugueses a adotarem animais de estimação. Mais: na pandemia da Covid-19 o fenómeno acelerou e, ainda que tenha decrescido no ano passado o número de pessoas que passaram a contar com nova companhia animal, o abrandamento é muito ligeiro. Por outro lado, mesmo com a situação económica difícil que vive o nosso País, e perante a inflação e o aumento do custo de vida, a maioria dos portugueses não corta no volume de produtos e bens para os ‘pets’, ainda que 46% dos donos de animais de estimação assuma que procure alternativas mais baratas.

É o que revela um recente estudo de mercado ‘Relação Tutor-Veterinário’, que elaborou uma caracterização dos tutores/donos de animais de estimação e analisou os gastos feitos com os ‘pets’, bem como a forma como veem a importância da saúde dos ‘patudos’. O estudo surgiu através da parceria entre a VetBizz Consulting, firma de serviços de consultoria e formação em exclusivo a Centros de Atendimento Médico-Veterinários (CAMV), e a 2Logical, empresa de consultoria e dados na área da saúde. Os principais dinamizadores do estudo foram Dilen Ratanji, CEO da VetBizz e Mariana Jerónimo, Business Development & Consulting Manager da 2Logical, que falou em exclusivo com a Executive Digest. Ler mais

Cada português desperdiça em média 180 quilos de alimentos por ano

 

Por ano, na Europa, 88 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas na Europa. Só em Portugal, onde cerca de 1,6 milhões habitantes vivem abaixo do limiar da pobreza e 400 mil têm carências alimentares, estima-se que 1,8 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas todos os anos — mais de 180 quilos por cada português, com um impacto económico negativo que se estima nos 3,3 mil milhões de euros anuais.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, 8% dos gases de efeito estufa que aquecem o planeta são causados pelo desperdício de alimentos. Além disso, 87 milhões de pessoas famintas seriam alimentadas se apenas um quarto dos alimentos desperdiçados pudesse ser aproveitado.

Desta forma, o Movimento Unidos Contra o Desperdício que congrega hoje mais de 300 entidades comprometidas em contribuir para o fim do desperdício alimentar alerta para a urgência de reduzir de imediato uma realidade com enormes impactos económicos, sociais e ambientais no Dia Internacional da Consciencialização Sobre Perdas e Desperdício Alimentar. Ler mais

De omissão em omissão vão-se os brios da Nação…

  Portugal averba, uma vez mais, uma falta, aliás, clamorosa: não transpôs a Directiva “Reparação de Bens de Consumo” que a lume veio a 13...