segunda-feira, 22 de maio de 2023

O PAGAMENTO DO ‘COUVERT’ SÓ SE À DECO LHE APROUVER

 

Direitos do Consumidor,

Direitos do QUOTIDIANO!

É PRECISO SABER

PARA SE PROTEGER

 

Consumidor nesta terra

É fardo  que não se aceita

Antes mobilizado p’rá guerra

Que aturar esta ‘seita’…

 

Não há pena mais cruel

Nem destino mais atroz

Que uma instituição infiel

Que nos ‘abafa’ a voz

 

Reparem, pois, na blasfémia

Que é ter as leis a favor

E com uns graus de alcoolémia

Se ‘turva’ o consumidor

 

Quem cala já não consente

Diz a lei com tal fragor

Que só disso é que dissente

Quem ‘trama’ o consumidor…

 

Não há embuste maior

Nem patranha mais abjecta

Que enredar o consumidor

Numa fraude  tão completa

 

E nisso de há muito investe

Esta ‘sonsa’ empresa belga,

Que como Deco-Proteste

Tem os ‘trejeitos’ de melga…

 

Como empresa, visa o lucro

Menospreza o  consumidor

E neste lúgubre sepulcro

Vai-lhe potenciando a dor…

 

Eis no que ora  investe

De forma mal-afamada

A estrangeirada Proteste

Que ao Direito diz: NADA!

 

E o que diz, ademais,

Se na real gana lhe der

Co’ umas vírgulas a mais?

A respeito do couvert?

 

“Quem cala consente

Quem trinca consente mais

E não poderá reclamar

Quando detectar na conta

As entradas que não pediu”

 

E o que dizemos nós?

A couvert não solicitado

Até que nos não doa a voz

Pagamento recusado…

 

Se o couvert for aviado,

Sem o ser solicitado,

Ainda que ‘abocanhado,’

O pagamento é rechaçado…

 

É de lei, está lá chapado

Não o deturpe a Proteste

Que consumidor enganado

É nisso que ela investe!

 

Agrada ao fornecedor

No que colherá vantagens

Esmaga, assim,  o consumidor

Como na saga das  “viagens”…

 

Que farsa, que  alegoria

E que estranho reboliço

Foi em plena pandemia

Está por isso já  esquecido…

Obesidade dispara para o dobro gastos do SNS


 

O "couvert", o eterno problema do "couvert" a"coverto" do Qual os embustes florescem


 

sexta-feira, 19 de maio de 2023

Direitos Fundamentais. Direito do Consumidor. Dignidade da Pessoa Humana. Diretrizes de Enfretamento ao Racismo nas Relações de Consumo


 Ministério da Justiça e Segurança Pública Secretaria Nacional do Consumidor Coordenação Geral de Estudos e Monitoramento de Mercado NOTA TÉCNICA Nº 14/2023/CGEMM/DPDC/SENACON/MJ PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 08012.001595/2023-98 EMENTA: Direitos Fundamentais. Direito do Consumidor. Dignidade da Pessoa Humana. Diretrizes de Enfretamento ao Racismo nas Relações de Consumo. 

I. APRESENTAÇÃO 1. A Coordenação-Geral de Estudos e Monitoramento de Mercado, do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, da Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, instigada a elaborar Nota Técnica diante dos fatos recentes, bem como situações pretéritas que envolvem racismo a pessoas negras consumidoras, passa a expor as razões que justificam a necessária atenção para o enfretamento ao racismo estrutural com efeitos nas relações de consumo. 

2. Uma sociedade que oprime, renega, segmenta, discrimina e abusa, valendo-se da condição humana para opor tratamento preconceituoso em razão da cor da pele, exige posicionamento do Estado de forma forte e presente, para que não seja este um agente omisso aos seus deveres.  Ler mais

Pandemia provocou cerca de 337 milhões de anos de vida perdidos


 É o equivalente a uma média de 22 anos de vida perdidos para cada morte em excesso.

A pandemia de covid-19 provocou quase 337 milhões de anos de vida perdidos a nível global, estimou esta sexta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS), alertando para estagnação de vários indicadores de saúde nos últimos anos.

"Durante 2020 e 2021, a covid-19 resultou nuns impressionantes 336,8 milhões de anos de vida perdidos globalmente. Isso equivale a uma média de 22 anos de vida perdidos para cada morte em excesso, interrompendo abrupta e tragicamente a vida de milhões de pessoas", adiantou a organização.

A OMS publicou hoje o relatório anual de estatística que atualiza o impacto da pandemia na saúde global, demonstrando um "declínio" no progresso feito antes da covid-19 nos objetivos de desenvolvimento global (ODS). Ler mais

 

Radares de velocidade média. Novidade em Portugal... retirados em França

 Substituição vai ser feita até ao final do ano.

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) informou que em Portugal vão ser instalados novos radares de velocidade média. No total serão 10, que estarão devidamente sinalizados graças ao sinal de trânsito H42. No entanto, se estes radares são novos por cá, em França já existem desde 2012, mas vão ser retirados e substituídos por outros até ao final do ano.

Porquê? Não são rentáveis. Por um lado, os radares de velocidade média são dispositivos caros de adquirir e também na sua manutenção - são necessárias câmaras de registo das matrículas tanto no início como no fim da medição do radar.

Por outro lado, segundo meios de comunicação franceses, estes radares geram um número de denúncias muito reduzido. Resultam numa média de 5.000 infrações por ano, quando outro tipo de radares podem alcançar as 14.000 infrações anuais.

Em Portugal, os contratos de fornecimento e instalação dos novos radares de controlo de velocidade vão custar cerca de 5,6 milhões de euros, segundo informou a ASNR.

Recorde-se que estes radares permitem "a fiscalização da velocidade praticada pelos condutores através da medida da velocidade média do veículo entre dois pontos predefinidos na estrada".

 

O LOGRO DA GARANTIA DOS RECONDICIONADOS

De um anúncio da Refurbed, nas redes sociais, com suficiente visibilidade: IPHONE 13 recondicionado ·          “ Funciona como novo ...