
Uma equipa de investigadores concluiu que aplicar questionários para saber como as crianças e adolescentes se sentem durante um tratamento pode melhorar a segurança dos medicamentos.
ma equipa de investigadores de várias faculdades do país que se dedica ao estudo da farmacovigilância concluiu que a aplicação de questionários para saber como as crianças e adolescentes se sentem durante um tratamento pode melhorar a segurança dos medicamentos.
Em declarações à agência Lusa, Renato Ferreira da Silva, investigador na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), destacou as vantagens da monitorização ativa em contextos de maior risco, exemplificando com casos em que os doentes estão a fazer quimioterapia, terapêuticas imunossupressores, ou um medicamento que ainda não tem uma indicação terapêutica aprovada para aquela doença, mas é aplicado quando os médicos arriscam por parece ser a melhor solução, bem como medicamentos com toxicidade muito grave, entre outros exemplos.
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