Nem o Eça de Queirós, no seu tempo, escapou a um corte de água, decerto ilegal, à luz da lei, ao tempo, em vigor.
Eça de Queiroz (1845-1900) foi, de certa feita, surpreendido em Portugal com um inopinado “corte” de água.
Endereçou, na circunstância, ao Director da ‘Companhia das Águas’ uma carta hilariante, que circulava ao tempo.
Eis a missiva com o fino recorte, digno de Eça: Ler mais

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