"São dezenas, isto já acontece há algum tempo. Há casos semelhantes e piores." afirma a presidente da APDMGP. "Isto está de facto a violar o mais básico dos direitos que é o acesso à saúde".
A Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto (APDMGP) disse esta quarta-feira ser frequente casos de grávidas que viram o atendimento nos hospitais recusado pela falta de contacto com a Linha SNS24.
“São dezenas, isto já acontece há algum tempo. Há casos semelhantes e piores. As pessoas de facto relatam que chegam [ao hospital], não têm o SMS [da linha] e são obrigadas a ligar muitas vezes em frente ao guichê [balcão] da triagem”, afirmou à Lusa a presidente da APDMGP, Sara do Vale. Ler mais

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