quinta-feira, 14 de maio de 2026

Esta crise energética é “pior do que as outras”: Europa mostra números

 União Europeia já pagou 35 mil milhões de euros a mais com importações. “Não recebemos mais energia. Zero”.

A Comissão Europeia considerou hoje que a atual crise


energética é “pior do que outras”
anteriores pela dependência de combustíveis fósseis, quando a União Europeia já pagou 35 mil milhões de euros a mais com importações.

“Desde o início do conflito no Médio Oriente, pagámos mais 35 mil milhões de euros pela nossa energia do que o habitual. Não recebemos mais energia – zero -, mas pagámos mais 35 mil milhões e, portanto, isto não é realmente uma crise energética, é uma crise dos combustíveis fósseis, que nos mostra o que acontece quando se depende de combustíveis fósseis”, disse o comissário europeu da Energia, Dan Jørgensen. Ler mais

O ChatGPT pode ser julgado por homicídio? A Florida vai descobrir

 


Podem os criadores de uma inteligência artificial ser considerados criminalmente responsáveis pelo papel que a sua IA desempenhou num crime? Se do outro lado do computador de Phoenix Ikner estivesse uma pessoa, “trataríamos o caso como homicídio”, diz o procurador da Florida.

Antes de abrir fogo no campus da Florida State University, no ano passado, matando 2 pessoas e ferindo outras 6, Phoenix Ikner teve uma conversa. Não com um amigo, um familiar ou alguém que o pudesse ter demovido — mas com um chatbot de inteligência artificial.

De acordo com as provas recolhidas pelo procurador-geral da Flórida, o estudante perguntou ao ChatGPT qual seria a arma e a munição mais adequadas para o seu ataque, e quando e onde poderia causar o maior número de vítimas. O chatbot, segundo os investigadores, respondeu às suas perguntas. Ler mais

Da dark web ao Telegram: o negócio milionário das credenciais roubadas

 
As tradicionais recomendações de segurança baseadas em palavras-passe fortes estão a perder eficácia perante uma nova geração de ameaças digitais impulsionadas por inteligência artificial (IA), malware especializado e mercados clandestinos de credenciais roubadas. O alerta é da Check Point Software Technologies, que assinala uma transformação profunda no panorama do cibercrime mundial.

Por ocasião do World Password Day 2026, a empresa sublinha que o cibercrime evoluiu para um modelo altamente profissionalizado de ‘Cybercrime-as-a-Service’ (CaaS), no qual os atacantes já não necessitam de invadir sistemas complexos. Em muitos casos, basta adquirir credenciais comprometidas e iniciar sessão em plataformas empresariais ou pessoais.

Segundo a Check Point Research, malware conhecido como ‘infostealer’ consegue hoje extrair automaticamente palavras-passe armazenadas em browsers, aplicações e dispositivos pessoais. Em simultâneo, o uso crescente de ferramentas de inteligência artificial generativa está a aumentar o risco de exposição involuntária de informação sensível por parte dos colaboradores. Ler mais

Formulário para reagrupar bebés já disponível

 Lei prevê que o prazo para solicitar é de seis meses, a contar da data do registo de nascimento.

Já está online o formulário para pedido de autorização de residência a bebés nascidos em Portugal. Pais e mães com crianças recém-nascidas no país poderão fazer o reagrupamento na opção assunto em "autorizações de residência" e no subtipo de assunto "pedido de agendamento bebés/menores estrangeiros nascidos em Portugal - Art 124".

A notícia sobre a criação desta funcionalidade havia sido avançada pelo DN esta semana. O pedido precisa ser acompanhado do título de residência de um dos progenitores e do registo de nascimento da criança. O registo precisa ser feito no consulado ou embaixada do país de origem dos progenitores. Ler mais

Publicação de José Rincón Rodríguez

 

En Australia, la gente se organizó a final de Abril para ir al cajero.🏧 No porque necesitaran dinero. Sino para enviar un mensaje.🔊 El “𝐂𝐚𝐬𝐡 𝐎𝐮𝐭 𝐃𝐚𝐲” es una iniciativa ciudadana que pide a los australianos que retiren efectivo de forma coordinada. Una respuesta directa al cierre masivo de sucursales bancarias y cajeros automáticos que está dejando a comunidades enteras sin acceso físico a su dinero. 📊 La encuesta de pagos al consumidor de Australia 2025 confirma que el uso del efectivo se ha estabilizado, y que un tercio de los australianos tendría dificultades reales si desapareciera. No es nostalgia. Es dependencia funcional. Lo que está ocurriendo en Australia es una versión amplificada de un problema global que el sector de pagos no está gestionando bien. En 2026, el verdadero freno a la disponibilidad del efectivo ya no es la demanda sino el coste creciente de mantener la infraestructura que lo distribuye. 💸 La inflación, los tipos de interés más altos, el encarecimiento del transporte seguro y el aumento del crimen relacionado con ATMs han incrementado los costes logísticos de forma significativa. 📈 La demanda de efectivo se mantiene estable o crece en la mayoría de los mercados 📉 La rentabilidad de operar la infraestructura que lo distribuye se deteriora 🏦 Los bancos responden cerrando sucursales y retirando cajeros 👥 Las comunidades que dependen del efectivo quedan expuestas El problema no es que la gente haya dejado de querer usar efectivo. El problema es que el modelo económico de distribuirlo está bajo una presión que el sector lleva años ignorando o trasladando silenciosamente al usuario. 🇦🇺 Australia lo está viviendo de forma muy visible porque su geografía hace que el impacto sea brutal: cuando cierras una sucursal en un municipio de Queensland a 200 kilómetros del siguiente pueblo, no hay alternativa digital que lo compense. Pero la misma lógica aplica en los barrios periféricos de Buenos Aires 🇦🇷 en los municipios rurales de España 🇪🇸 o en las zonas semiurbanas de Mexico 🇲🇽 💡 El acceso al efectivo no es un problema tecnológico. Es un problema de modelo de negocio que nadie quiere resolver porque los números no cuadran para el operador privado sin incentivos regulatorios. La pregunta que el “Cash Out Day” australiano está haciendo en voz alta es la misma que deberían estar haciendo los reguladores de todos los mercados: ¿𝐐𝐮𝐢é𝐧 𝐞𝐬 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐬𝐚𝐛𝐥𝐞 𝐝𝐞 𝐠𝐚𝐫𝐚𝐧𝐭𝐢𝐳𝐚𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐥𝐚 𝐢𝐧𝐟𝐫𝐚𝐞𝐬𝐭𝐫𝐮𝐜𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐞𝐟𝐞𝐜𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐬𝐢𝐠𝐚 𝐟𝐮𝐧𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐜𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐝𝐞𝐣𝐚 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐧𝐭𝐚𝐛𝐥𝐞 𝐨𝐩𝐞𝐫𝐚𝐫 𝐬𝐢𝐧 𝐚𝐩𝐨𝐲𝐨?

Autoridade europeia de combate ao branqueamento terá lista dos 40 bancos sob supervisão direta em setembro

 
AMLA distribuiu o último pacote de reporte de dados aos supervisores nacionais, que deverão recolher toda a informação até 15 de agosto.

Os 40 bancos europeus que passarão a ser supervisionados diretamente pela Autoridade para o Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo (AMLA) deverão ser escolhidos até setembro do próximo ano.

Esta semana, a AMLA distribuiu o último pacote de recolha de informação destinado aos supervisores nacionais, com o objetivo de identificar as entidades que reúnem os critérios para integração no processo de supervisão direta, que arrancará em 2027. Ler mais

Moradores defendem proibição de consumo de bebidas alcoólicas na rua em Lisboa

 

Três meses após restrições à venda de bebidas alcoólicas para fora dos estabelecimentos em Lisboa, os moradores consideram a medida “tímida” e querem proibir o consumo na rua.

Três meses após restrições à venda de bebidas alcoólicas para fora dos estabelecimentos em Lisboa, os moradores consideram a medida “tímida” e querem proibir o consumo na rua, enquanto os comerciantes mantêm reservas à responsabilidade que lhes é imputada.

Para combater o ruído e salvaguardar o direito ao descanso dos moradores, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) determinou a proibição de venda de bebidas alcoólicas para consumo no exterior dos estabelecimentos, em toda a cidade, a partir das 23h00 de domingo a quinta-feira e desde as 24h00 à sexta-feira, sábado e véspera de feriado, tendo a medida entrado em vigor em 14 de fevereiro, precisamente há três meses. Ler mais

 

Seguros: encanar a perna à rã é atitude cristã ou abominável prática ‘pagã’?

  Dirige-se-nos um consumidor, domiciliado na Região Centro, desesperado pelas consequências da atitude adoptada pela seguradora em que su...