Podem os criadores de uma inteligência artificial ser considerados criminalmente responsáveis pelo papel que a sua IA desempenhou num crime? Se do outro lado do computador de Phoenix Ikner estivesse uma pessoa, “trataríamos o caso como homicídio”, diz o procurador da Florida.
Antes de abrir fogo no campus da Florida State University, no ano passado, matando 2 pessoas e ferindo outras 6, Phoenix Ikner teve uma conversa. Não com um amigo, um familiar ou alguém que o pudesse ter demovido — mas com um chatbot de inteligência artificial.
De acordo com as provas recolhidas pelo procurador-geral da Flórida, o estudante perguntou ao ChatGPT qual seria a arma e a munição mais adequadas para o seu ataque, e quando e onde poderia causar o maior número de vítimas. O chatbot, segundo os investigadores, respondeu às suas perguntas. Ler mais

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