A PSP apreendeu na semana passada mais de 20 toneladas de precursores
de produtos explosivos no âmbito de 229 operações “exclusivas e
específicas” de controlo e fiscalização do fabrico, licenciamento,
armazenamento e comercialização, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a PSP avança que esta operação realizada entre 17 e
21 de fevereiro insere-se nas ações de fiscalização que a Polícia de
Segurança Pública realiza regularmente, tendo apreendido, entre 2022 e
2025, um total de 446.370,2 quilogramas de precursores de produtos
explosivos – substâncias químicas que sozinhas ou em combinação com
outras possa ser usada para o fabrico de explosivos de maneira ilegal,
sendo algumas delas usadas na agricultura.
Segundo a PSP, a operação realizada na semana passada em todo o país
teve como objetivo controlar e fiscalizar o fabrico, armazenamento,
comercialização, utilização e transporte de armas, munições, produtos
explosivos, matérias perigosas e precursores de explosivos. Ler mais
Investigadores do Instituto de Virologia de Wuhan, na China,
anunciaram a descoberta de um novo coronavírus em morcegos, designado
HKU5-CoV-2, que demonstrou ser capaz de entrar em células humanas
utilizando o recetor ACE2 — o mesmo mecanismo que desempenhou um papel
crucial na disseminação do SARS-CoV-2, o vírus responsável pela pandemia
de Covid-19. Embora não tenham sido reportados casos de infeção humana
até ao momento, a notícia gerou receios sobre o potencial deste vírus
para desencadear surtos no futuro, refletindo-se inclusive na
valorização das ações de empresas farmacêuticas especializadas em
vacinas.
A descoberta reacendeu as preocupações quanto à crescente ameaça das
doenças zoonóticas — infeções transmitidas de animais para humanos —
impulsionadas por fatores como a desflorestação, a urbanização, a
intensificação da agricultura e as alterações climáticas. Desde a peste
bubónica até à gripe espanhola e ao VIH, a história tem demonstrado o
impacto devastador de pandemias de origem animal. Agora, num mundo
altamente interligado, o risco de novos agentes patogénicos emergirem e
se disseminarem rapidamente é maior do que nunca. Ler mais
Uma justíssima homenagem ao professor Mário Frota
O presidente emérito e fundador da Associação Portuguesa
de Direito do Consumo (apDC), Mário Frota, foi homenageado hoje, em Coimbra,
pela Frente Cívica.
O presidente desta organização, Paulo de Morais, entregou
o diploma de membro honorário ao também professor universitário, durante um
almoço em que participaram muitos dos seus amigos e admiradores.
Foi o meu caso, que conheci Mário Frota nos fins da década
de 1980, em Coimbra, quando nasceu a apDC, em resultado de um processo em que
também esteve envolvido o meu conterrâneo António Neves Ribeiro, da Lousã,
mais tarde vice-presidente do Supremo Tribunal de Justiça.
Oriundo de Vilarinho, o juiz conselheiro, já falecido,
tinha estado em 1967 na criação do jornal Trevim, do qual eu vim a ser
diretor durante 12 anos.
Na sessão, no restaurante Nacional, na Baixa de Coimbra,
Paulo de Morais enalteceu Mário Ângelo Leitão Frota, de 83 anos, como
"pessoa séria e bem humorada que todos gostaríamos de ser".
Quando o fundador da apDC fez 80 anos, em 21 de agosto de
2021, tive a honra de evocar aqui "o corajoso professor universitário que
há décadas desbrava caminho, aponta novos rumos, derruba escolhos e arranca
ervas ruins no território do Direito do Consumo, onde muitas vezes impera uma
obscena lei da selva contra os fracos".
“Mário Frota, ao longo das últimas décadas, envolveu-se
em inúmeras lutas, justas lutas, engajou-se às causas mais difíceis. Nunca
deixou de defender os mais desprotegidos, lutou sempre do lado certo da
barricada”, de acordo com a deliberação aprovada em outubro, por unanimidade,
pelo conselho de direção da Frente Cívica, para reconhecer o “intenso e
meritório trabalho cívico” do seu membro fundador, tanto em Portugal, como no
Brasil e noutros países.
Num discurso carregado de emoção e bom humor, Mário Frota
recordou o tempo em que os órgãos da comunicação social davam mais
atenção à sua atividade académica e cívica.
No almoço, tive a felicidade de reencontrar o antigo
técnico da RDP-Centro Horácio Trindade, já reformado, que eu já não via
há longos anos e que, por acaso, estava sentado à minha frente, o que
permitiu uma agradável conversa.
De igual modo, foi com grande alegria que vi entrar na sala
o camarada Saraiva Coutinho, ex-jornalista da rádio pública em Coimbra, com
quem também não me cruzava há muito tempo.
Foi outro reencontro afetuoso, de mútuo respeito e estima
pessoal.
Um renovado abraço de parabéns ao professor Mário Frota!
O prazo para validar as suas faturas termina esta
terça-feira, mas hoje o portal do e-fatura está instável, com diversos
relatos de utilizadores que não estão a conseguir aceder ao portal,
informou a ‘CNN Portugal’.
Para os utilizadores que conseguem aceder, não está a ser possível
completar a validação das faturas, sendo que surge uma mensagem de erro.
“Por motivos de ordem técnica não é possível responder ao seu pedido.
Por favor tente mais tarde”, pode ler-se.
Recorde-se que as faturas pendentes têm de ser validadas uma a uma, o
que obriga a uma verificação individual. A tarefa pode ser demorada,
sobretudo se tiver de fazê-lo para vários membros do agregado familiar,
incluindo as crianças – o ideal será ir conferindo os documentos ao
longo do ano. Ler mais
A agência governamental dos Estados Unidos GSA
(Administração de Serviços Gerais), responsável pela gestão de edifícios
federais, planeia desmantelar a sua infraestrutura de carregamento de
veículos elétricos e livrar-se da sua frota de carros elétricos.
Num email interno, trazido a público pela ‘Colorado Public Radio’, é
indicado que a decisão está alinhada com “a gestão atual”, que vê as
estações de carregamento da GSA como “não críticas para a missão” – é
também detalhado o processo de cancelamento de contratos e fecho de
estações. Por último, o site da GSA dedicado à eletrificação de frotas
foi fechado.
De acordo com a publicação ‘The Verge’, o plano visa fechar 8 mil
estações de carregamento de veículos elétricos até agora usadas por
membros do Governo ou funcionários federais. Há também a intenção de
eliminar a frota de EV, embora não tenha sido determinado se esses
veículos serão vendidos ou armazenados. Ler mais
Quatro mulheres são diagnosticadas com cancro de mama a cada
minuto no mundo e uma acaba por morrer devido à doença, estima um estudo
publicado hoje na revista científica N’ature Medicine’.
A investigação sobre os padrões e tendências globais da incidência e
mortalidade do cancro da mama em 185 países indica que uma em cada 20
mulheres no mundo é diagnosticada com este tipo de cancro e que uma em
cada 70 provavelmente morrerá da doença.
Coordenado por Miranda Fidler-Benaoudia, investigadora do Cancer
Epidemiology and Prevention Research (CEPR) de Alberta, no Canadá, o
estudo apurou que, a nível global, ocorreram 2,3 milhões de novos casos e
670 mil mortes por cancro da mama feminino em 2022. Ler mais