quinta-feira, 19 de outubro de 2023
quarta-feira, 18 de outubro de 2023
Inteligências artificiais generativas personalizadas e a "pessoa algorítmica"
Personalização é uma peça central quando se pensa na expansão da internet, de produtos e serviços digitais e, especialmente, no avanço da inteligência artificial (IA). E as razões da constatação desse fato são das mais variadas: comodidade, filtragem de acessos, rapidez para encontrar o que se busca, sugestões de bens de consumo novos baseados em interesses externalizados em buscas anteriores e no comportamento online, economia de tempo nas tarefas cotidianas e maior produtividade e assim por diante. Não seria ótimo se tivéssemos nossa IA pessoal, capaz de performar diversas tarefas, como classificar por relevância e responder e-mails ou programar, convidar amigos e adquirir itens para uma festa de aniversário?
Essa é a promessa de um futuro não muito
distante. Há alguns dias, o Google anunciou uma série de novas
funcionalidades no Bard, sua inteligência artificial generativa e maior
concorrente do ChatGPT. Uma delas em especial chama atenção se olharmos
pela lente da proteção de dados pessoais: a capacidade de conexão do
Bard com aplicativos e outros serviços do próprio Google que já são
utilizados por nós, consumidores. Isso significa que nossas informações
hoje distribuídas entre Gmail, Drive, Docs, Maps, YouTube, entre outros,
podem ser recrutadas a nosso comando para que o Bard faça seu trabalho.
Trata-se do "Bard Extensions" que, segundo a próprio Google, é uma
forma inteiramente nova de "interagir e colaborar com o Bard" [1]. Ler mais
FMI alerta que preços das casas estão sobrevalorizados 20% em Portugal
O FMI recomenda Portugal "a criar uma almofada para o risco sistémico setorial dos bancos, para que eles possam assegurar algum capital para lidar com as famílias quando estão a entrar numa situação de perigo".
O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que os preços das casas em Portugal estejam sobrevalorizados em 20%, embora estejam a descer, e avisa que os bancos devem preparar-se para eventuais riscos relacionados com incumprimentos no crédito à habitação.
A posição é
transmitida pelo diretor do FMI para a Europa, Alfred Kammer, numa
entrevista à agência Lusa em Bruxelas a propósito da reunião anual do
Fundo, na qual o responsável afirmou que, em Portugal, "os preços dos
imóveis para habitação estão sobrevalorizados em cerca de 20%". Ler mais
Pobreza aumentou em Portugal: ter emprego não chega
As medidas do Governo para combater a pobreza são reativas e não preventivas e são insuficientes. O alerta é de Maria José Vicente, coordenadora nacional da Rede Europeia Anti-Pobreza, que afirma que a pobreza aumentou em Portugal.
"As pessoas estão a viver pior, as condições de vida estão piores devido
ao aumento do custo de vida. Apesar de termos tido algumas medidas
implementadas pelo governo, não forma suficientes . É também de realçar
que as medidas têm sido reativas e não preventivas. É preciso ter
presente as causas efetivas da pobreza e que se possam definir
estratégias que vão às causas estruturais da pobreza", afirma a
coordenadora nacional da Rede Europeia Anti-Pobreza. Ler mais
António Louro: “Europa precisa de 50 mil postos de carregamento para camiões elétricos”
A eletrificação das frotas de transporte de mercadorias está a ser atrasada na União Europeia pela escassez de postos de carregamento, explicou António Louro, o diretor-geral da Daimler Trucks Portugal, numa entrevista Portugal Mobi Summit.
Para o setor dos transportes de longo curso cumprir as metas da União
Europeia na redução de emissões de gases com efeitos de estufa, terá de
haver na Europa pelo menos 50 mil postos de carregamento para camiões
elétricos e 700 para camiões movidos a hidrogénio. Este número foi
adiantado pelo diretor-geral da Daimler Trucks Portugal. A entrevista
foi conduzida por Paulo Tavares, curador editorial da Mobi Summit. Para o
responsável da empresa de veículos pesados da marca Mercedes-Benz, o
maior obstáculo à eletrificação mais rápida dos transportes está na
insuficiente infraestrutura de carregamento. Ler mais
Impostos, tabaco e cerveja

Quais são as novidades presentes na proposta do Orçamento do Estado de
2024? Que mudanças trará para a vida dos portugueses? A resposta a esta e
a mais perguntas está neste artigo de opinião.
Uma das marcas deste Orçamento do Estado, talvez a maior, é o desagravamento do IRS, com valores carnudos este ano, a tocar um conjunto largo de contribuintes. A descida do IRS para os contribuintes dos primeiros escalões é feita sem sacrifício de receita, porém, graças ao crescimento do emprego e das remunerações. A par disso, essa descida é acompanhada pelo crescimento da receita dos impostos sobre o consumo, em mais de 2.700 milhões de euros, fazendo aumentar de novo a nossa carga fiscal total.
O grosso desse crescimento, 1.900 milhões,
provém do IVA, mas não porque o OE2024 traga medidas de agravamento do
imposto. As mexidas aqui são pontuais e não vão além da reposição da
normalidade quanto ao regime transitório do IVA Zero no cabaz alimentar.
O grosso do crescimento da receita do IVA provém do aumento da procura. Ler mais
20% dos consumidores considera experimentar embalagens comestíveis
A origem dos produtos (26%) é o factor que mais influencia as escolhas alimentares dos consumidores, seguida do valor nutricional (24%), sabor (22%) e preço (20%), revela um estudo da ConsumerChoice sobre as tendências de consumo alimentar, bem como os tipos de alimentação praticados e a opinião dos consumidores sobre formas alternativas de alimentação.
Sobre as alternativas alimentares, 34% dos inquiridos estaria interessado em experimentar alimentos à base de microalgas, com 20% a considerar experimentar embalagens comestíveis, 13% disponível para consumir alimentos produzidos em laboratório e 13% com curiosidade em experimentar alimentos impressos em 3D.
Para 76% dos entrevistados, a
alimentação alternativa é um factor importante para criar outras opções
ao consumo de carne e alimentos de origem animal, reduzir a poluição
ambiental (72%) e reduzir o desperdício alimentar (68%). Caso as marcas
promovessem degustação de produtos derivados de alternativas
alimentares, 74% demonstra-se disposto a provar. Ler mais
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