O novo apoio do Estado para pôr famílias carenciadas a conduzir elétricos coloca a linha de acesso num ponto que o salário mínimo já ultrapassa. E mesmo quem entra disputa um de apenas 20 mil lugares entre mais de 1,5 milhões de candidatos possíveis.
Quem trabalha a tempo inteiro e recebe o salário mínimo
ganha, afinal, demasiado para o novo apoio do Estado à compra de carros elétricos destinado a famílias carenciadas. A conta do rendimento deixa-o de fora.
Mas há uma segunda porta de entrada.
O apoio fixa um teto de rendimento de 11.572 euros por ano. O valor corresponde a 80% do rendimento mediano de referência que o INE usa para atribuir apoios sociais, 14 465 euros. Ler mais

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