As empresas privadas de transporte de doentes não urgentes ameaçam parar se não forem incluídas nos apoios do Governo por causa do aumento dos combustíveis e, como primeira forma de luta, equacionam uma marcha lenta em Lisboa.
As empresas privadas de transporte de doentes não urgentes ameaçam parar se não forem incluídas nos apoios do Governo por causa do aumento dos combustíveis e, como primeira forma de luta, equacionam uma marcha lenta em Lisboa.
Segundo noticia hoje o jornal Publico, estas empresas, que há meses reclamam ser incluídas nos apoios extraordinários que têm sido concedidos a diversos setores e atividade, dizem-se discriminadas e lembram que, sem os transportes que garantem, alguns tratamentos podem ficar em risco. Ler mais

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