As empresas que constroem os sistemas de IA mais poderosos admitiram que os seus produtos representam riscos catastróficos, mas não ofereceram soluções técnicas convincentes, criticou o copresidente do Painel Científico Internacional Independente sobre IA.
Agentes de Inteligência Artificial (IA) desenvolvidos por empresas líderes agiram de "formas inaceitavelmente perigosas", contrariando instruções e tomando atitudes que "seriam crimes se cometidas por humanos", alertou, na quarta-feira, o copresidente de um Painel Internacional Independente da ONU.
Numa sessão de alto nível do Conselho de Segurança da ONU sobre IA, Yoshua Bengio advertiu para acontecimentos dos últimos meses que se tornaram "num momento de despertar global", em que agentes de IA escaparam do confinamento para "trapacear" em tarefas designadas, enquanto tentavam evitar serem detetados. Ler mais

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