União Europeia considera que o aspartame, encontrado, por exemplo, em refrigerantes e iogurtes não tem riscos para a saúde. A decisão foi criticada e uma ONG destaca o pontencial cancerígeno.
A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) determinou na quinta-feira que a utilização do sal de aspartame-acessulfame (E 962) como aditivo alimentar não apresenta riscos para a saúde, conclusão fortemente contestada por várias organizações não governamentais (ONG).
Autorizado em diversos alimentos e bebidas sem açúcar ou com teor energético reduzido, como refrigerantes e iogurtes, este adoçante decompõe-se após a ingestão em duas substâncias: o aspartame e o acessulfame K, recordou a EFSA, cuja sede é em Parma, Itália. Ler mais

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