O surto de ébola na República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul tem levado países e organizações internacionais a reforçar medidas de prevenção, mas Portugal mantém o risco de infeção muito baixo.
O surto de ébola na República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul tem levado países e organizações internacionais a reforçar medidas de prevenção, mas Portugal mantém o risco de infeção muito baixo, garante a médica especialista em Saúde Pública e secretária-geral da direção da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública (ANMSP), Joana Moreno, em entrevista exclusiva à Executive Digest.
Segundo a especialista, o risco na União Europeia continua controlado devido à implementação de medidas preventivas e à vigilância reforçada dos viajantes provenientes das zonas afetadas. “O risco é pela probabilidade de a doença se manifestar em alguém que tenha viajado para estes países. Uma pessoa que viaje para um país com surto já vai com medidas implementadas e sabe que terá que cumprir algumas precauções. Vai estar sempre atenta aos sintomas. Quem regressa de uma zona de risco passa por rastreio à saída do país e também deve vigiar sinais compatíveis com a doença”, explicou Joana Moreno. Ler mais

Sem comentários:
Enviar um comentário