
Sistema digital
desenvolvido pela Esri Portugal começou a ser utilizado pela Autoridade
Tributária e Aduaneira em 2004 e permite georreferenciar os imóveis para
efeitos de tributação.
Há um número que é determinante no IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis – e que pode aumentar ou diminuir o valor a pagar anualmente. Chama-se coeficiente de localização, mexe com o Valor Patrimonial Tributário (VPT) da sua casa e depende do acesso a transportes ou serviços que a zona tem. Há cerca de 20 anos, esses cálculos não estavam digitalizados, mas desde 2004 que a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) recorre à tecnologia para identificar com precisão as coordenadas de cada imóvel e identificar a taxa a cobrar.
“São mais de 400 produtos a trabalhar de forma descentralizada sobre a plataforma. Todos eles vão desenhando as suas zonas e trabalham o país de forma descentralizada, dando uma visão homogénea e garantindo que está tudo alinhado, coerente e existe de uma forma proporcional, distribuída pelo país. Ou seja, garantir que cada pessoa paga o seu imposto com base na zona onde está o seu imóvel”, conta ao ECO o CEO da Esri Portugal, Rui Sabino. Ler mais
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