Riscos da vacinação foram publicamente minimizados, já o Estado sabia de possíveis “efeitos adversos desconhecidos”. Com dúvidas sobre a eficácia da vacinação, o próprio presidente da Apifarma não quis ser vacinado.
Enquanto transmitia ao público uma mensagem de grande confiança nas vacinas contra a covid-19, o Estado português assinava contratos com farmacêuticas que reconheciam incertezas sobre a sua eficácia e efeitos adversos a longo prazo.
A informação foi avançada esta semana pelo Sol, que consultou esses mesmos contratos, celebrados com várias empresas — Pfizer/BioNTech, Moderna, AstraZeneca, Novavax, GSK e Sanofi. Ler mais

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