sexta-feira, 17 de julho de 2026

Tirar o sal da água do mar vai ser crucial para aliviar o stress hídrico em Portugal

 

Crise em Almada lança alerta ao país sobre riscos de uma gestão negligente. Centrais dessalinizadoras vão ser cruciais em várias zonas do país. Solução já é adotada em 80% dos países no mundo. Espanha conta com 360. Portugal tem uma há 46 anos e constrói outra. Quantas mais virão? 

Há vários milénios que a humanidade começou a pensar em tirar água do mar para a beber, removendo o sal. Há cinco mil anos, os navegadores no Pacífico deverão ter usado este processo para as grandes travessias entre ilhas distantes. As ilhas foram um local privilegiado para a dessalinização: como há quatro mil anos em Chipre. O processo foi documentado pela primeira vez pelo filósofo grego Aristóteles há mais de 2.300 anos. Avançando para a Renascimento, Leonardo da Vinci chegou a ter a ideia da dessalinização caseira para uso das famílias nas zonas costeiras, com a expansão do processo a ter lugar séculos mais tarde. Ler mais

E-Redes deteta mais de 11 mil casos de roubo de eletricidade em 2025

 

A E-Redes detetou 11.740 casos de apropriação ilegal de eletricidade em 2025, um aumento de 5,3% face ao ano anterior e de 30% em relação a 2022.

Segundo dados divulgados pela empresa, o crescimento foi impulsionado sobretudo pelo aumento dos desvios para consumos não domésticos, que passaram de 2.460 casos em 2024 para 4.622 em 2025, enquanto os casos de consumo doméstico diminuíram.

O volume de energia desviada para fins não residenciais aumentou 32%, atingindo 179 GWh. No primeiro semestre de 2026, a E-Redes já abriu 5.862 inspeções, acima das 5.319 registadas no mesmo período do ano passado. Ler mais 

E se a atitude dos seguros...

 


Leonardo Bessa: Finger ou ônibus? O embarque que ninguém escolheu

 

Início com afirmação que já foi muito contestada por órgãos de defesa do consumidor: é possível e correta a diferenciação de preços nas passagens aéreas de acordo com benefícios e vantagens oferecidos.

Houve uma evolução no setor. O assento com mais espaço custa mais caro; a poltrona da fileira de emergência tem preço próprio; a bagagem despachada, deixou de estar embutida no preço de todos os bilhetes. Quem viaja apenas com uma mochila não precisa mais subsidiar quem leva três malas. Quem quer embarcar primeiro, paga por isso.

Não há, aí, ofensa ao princípio da igualdade. Ao contrário: isonomia é tratar desigualmente os desiguais. Serviço com mais vantagem pode — e deve — custar mais. O consumidor ganha em detalhamento e liberdade de escolha: paga pelo que efetivamente quer. Ler mais 

Europa obriga Google a abrir Android e pesquia à concorrência

A Comissão Europeia desferiu mais um golpe na Google ao exigir que a empresa abra o Android e o seu motor de busca na web aos concorrentes. As autoridades da Europa afirmam que a empresa californiana deve cumprir a Lei dos Mercados Digitais e, por isso, estipularam duas medidas juridicamente vinculativas que devem ser implementadas a partir do próximo ano.

Europa obriga Google a mudar as regras

Sobre o Android, a Google terá de fornecer a outros assistentes de IA a mesma integração que o Gemini tem. A Europa defende que a IA de terceiros não consegue competir porque não tem acesso total ao sistema operativo, ao contrário da tecnologia desenvolvida pela Google. Os reguladores ordenaram que a Google conceda aos assistentes de IA concorrentes o mesmo nível de acesso aos recursos do Android que o Gemini tem. Ler mais

 

Heranças indivisas vão hoje ao Parlamento. “Há um sério risco de os conflitos acabarem em novos processos judiciais”, alerta especialista

 

Miguel Marques Oliveira, associado sénior da Cerejeira Namora Marinho Falcão, falou à ‘Executive Digest’ sobre a proposta legislativa que vai esta sexta-feira ao Parlamento

Uma casa passa de pais para filhos, fica dividida entre vários irmãos e ninguém consegue chegar a acordo. Um quer vender, outro pretende manter o imóvel na família e há quem viva no estrangeiro ou simplesmente não responda. O edifício permanece fechado durante anos, degrada-se e continua preso numa herança indivisa.

É este tipo de bloqueio que a reforma das sucessões quer combater. O diploma, incluído no chamado pacote da habitação e que vai esta sexta-feira ao Parlamento, prevê um mecanismo que permitirá a um único herdeiro desencadear a venda de um imóvel da herança, mesmo sem o consentimento dos restantes. Ler mais

 

Imprensa Escrita - 17-7-2026





 

Vizinhos em Lisboa pedem pontos de recolha do sistema Volta para evitar lixo espalhado nas ruas

 A associação Vizinhos em Lisboa quer que a Câmara de Lisboa e as juntas de freguesia instalem pontos específicos para a deposição de embal...