Início com afirmação que já foi muito contestada por órgãos de defesa do consumidor: é possível e correta a diferenciação de preços nas passagens aéreas de acordo com benefícios e vantagens oferecidos.
Houve uma evolução no setor. O assento com mais espaço custa mais caro; a poltrona da fileira de emergência tem preço próprio; a bagagem despachada, deixou de estar embutida no preço de todos os bilhetes. Quem viaja apenas com uma mochila não precisa mais subsidiar quem leva três malas. Quem quer embarcar primeiro, paga por isso.
Não há, aí, ofensa ao princípio da igualdade. Ao contrário: isonomia é tratar desigualmente os desiguais. Serviço com mais vantagem pode — e deve — custar mais. O consumidor ganha em detalhamento e liberdade de escolha: paga pelo que efetivamente quer. Ler mais

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