quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Custos ‘baixotes’, português arremessado para os caixotes

 


Todos os documentos emanados da Flixbus, empresa de transportes rodoviários pretensamente de baixos custos, são em inglês.

A empresa está instalada em território nacional e comunica como se estivesse numa possessão britânica.

Até as facturas são em inglês.

E todos parece adoptarem uma atitude passiva em relação a fenómeno tão avesso à língua pátria.

Lei-Quadro de Defesa do Consumidor:

“ A informação ao consumidor é prestada em língua portuguesa.”

Para que se saiba, o DL 238/86, de 19 de Agosto, reza sucessivamente: Ler mais 

IKEA vai abrir nova loja em Coimbra no Mondego Retail Park em Taveiro

 

A Câmara Municipal de Coimbra e a IKEA Portugal anunciam a abertura de uma nova loja IKEA na cidade, cuja inauguração está prevista para o início do Verão, no Mondego Retail Park, em Taveiro.

O grupo de origens suecas arranca agora um processo de recrutamento para o novo espaço com a abertura da loja a representar um investimento “há muito aguardado” e que “constitui um marco relevante para o desenvolvimento económico e comercial de Coimbra e de toda a região Centro, reforçando a atractividade da cidade enquanto polo urbano, comercial e de serviços”, refere o Município.

Para a presidente da Câmara Municipal de Coimbra, a decisão do grupo IKEA traduz um reconhecimento claro da centralidade e do dinamismo económico da cidade. Ler mais

Custos ‘baixotes’, português arremessado para os caixotes

 


Todos os documentos emanados da Flixbus, empresa de transportes rodoviários pretensamente de baixos custos, são em inglês.

A empresa está instalada em território nacional e comunica como se estivesse numa possessão britânica.

Até as facturas são em inglês.

E todos parece adoptarem uma atitude passiva em relação a fenómeno tão avesso à língua pátria.

Lei-Quadro de Defesa do Consumidor:

“ A informação ao consumidor é prestada em língua portuguesa.”

Para que se saiba, o DL 238/86, de 19 de Agosto, reza sucessivamente: Ler mais

Juiz mantém multa milionária à Tesla devido a acidente com Autopilot

 

Um juiz federal mantém a multa de 243 milhões de dólares aplicada pelo júri à Tesla devido a um acidente fatal ocorrido em 2019 com um Model S que tinha funções de condução automatizada (Autopilot).

A Tesla deverá mesmo ter de pagar várias centenas de milhões de euros devido a um acidente fatal que aconteceu em 2019 na Florida - isto depois de um veredito de um juiz federal.

 O episódio tirou a vida a uma jovem que, na altura, tinha 22 anos de idade. O seu namorado ficou gravemente ferido. Em agosto passado, Ler mais

Não se ensina a prevenir violência sexual contra crianças só com cantigas e jogos

 

Há um erro grave — e perigosamente cómodo — a contaminar a própria ideia de prevenção primária da violência sexual contra crianças: a ilusão de que basta ensinar uma canção alegre, um jogo colorido ou uma regra simples para que tudo fique resolvido. Como se prevenir violência sexual fosse tão direto como ensinar a escovar os dentes ou a olhar para os lados antes de atravessar a estrada. Não é. Nunca foi. E insistir nessa lógica é um desfavor sério às crianças e às famílias.

Existe uma tendência persistente para apresentar medidas formulaicas como soluções quase mágicas. Músicas sobre «zonas do corpo», jogos em que as crianças têm de dizer onde podem ou não devem ser tocadas, dinâmicas alegadamente pedagógicas que prometem resultados rápidos e mensuráveis. São apelativas, fáceis de vender e tranquilizam adultos cuidadores. Mas falham no essencial: ignoram a complexidade da violência sexual contra crianças. Ler mais

Governador manda estudar alterações à lei do Banco de Portugal

 


Diretor do departamento jurídico coordena grupo de trabalho responsável pela revisão da Lei Orgânica. Composição e estatuto do conselho de administração estão entre os aspetos que serão revistos.

Tal como havia prometido no seu discurso da tomada de posse, em 6 de outubro, Álvaro Santos Pereira está já a preparar a revisão da Lei Orgânica do Banco de Portugal (BdP). Segundo avança o jornal Público esta quarta-feira, foi constituído um grupo de trabalho, que junta vários departamentos internos da autoridade bancária, para preparar um projeto de revisão da legislação. O diretor do departamento jurídico, Gonçalo Castilho, vai ser o responsável por o coordenar.

O Banco de Portugal é uma das poucas entidades reguladoras do país que tem uma lei própria. Nela está inscrito como podem ser escolhidos os nomes para a administração (formalmente, apenas por iniciativa dos governos), e quem é que pode efetivamente ser selecionado (dados os impedimentos colocados aos banqueiros comerciais). Além disso, também define quais os poderes e os órgãos que os põem em prática.

O Ministério das Finanças, com quem estão a ser alinhadas as alterações à lei, refere que, entre as matérias a serem revistas, incluem-se precisamente a composição e o estatuto do conselho de administração do banco central, “sempre no estrito respeito pelo estatuto de independência do BdP e pelas regras do Eurosistema”. Se se tiver em conta o que Álvaro Santos Pereira revelou na sua audição parlamentar, que antecedeu a nomeação para governador, outro aspeto que deverá ser tido em conta na revisão da legislação são os eventuais impedimentos que possam existir à tomada de decisão no fim dos mandatos.

“Ainda queremos livrar‑nos dos trabalhadores aos 50. E isso é um problema"

 

A longevidade mudou tudo... menos a forma como pensamos o trabalho e a comunicação. A Idade Maior trouxe a palco as vantagens de trabalhar com pessoas 50+ ao lado de jovens, mas também a vontade dessa geração de experimentar a vida (e não o declínio).

“Porquê 65 anos? Esse número já não faz sentido!” A conclusão é ponto de partida para a reflexão de Michael Clinton, especialista norte‑americano em longevidade e fundador da ROAR Forward, lançada quase como provocação na 3.ª Conferência Idade Maior, que nesta manhã reuniu no CCB um leque de especialistas nacionais e internacionais à volta do potencial por aproveitar da geração 50+.

Para Clinton, o número é arbitrário, herdado de um modelo social e económico do século XX, que continua a ditar o momento em que se espera que as pessoas deixem de trabalhar numa altura em que vivemos mais, com melhor saúde, mais conhecimento e, em muitos casos, com vontade de continuarmos ativos. “Os 65 como limiar são hoje um erro, não é mais do que um número errado para pensar em reforma”, defende, sublinhando que a longevidade está a obrigar sociedades, empresas e marcas a reescreverem o guião da vida adulta. Ler mais

Mais de metade dos utentes morreram à espera de vaga em cuidados paliativos em 2024

  Mais de metade dos utentes referenciados para cuidados paliativos no SNS em 2024 morreram antes da admissão, mais do que nos dois anos a...