A longevidade mudou tudo... menos a forma como pensamos o trabalho e a comunicação. A Idade Maior trouxe a palco as vantagens de trabalhar com pessoas 50+ ao lado de jovens, mas também a vontade dessa geração de experimentar a vida (e não o declínio).
“Porquê 65 anos? Esse número já não faz sentido!” A conclusão é ponto de partida para a reflexão de Michael Clinton, especialista norte‑americano em longevidade e fundador da ROAR Forward, lançada quase como provocação na 3.ª Conferência Idade Maior, que nesta manhã reuniu no CCB um leque de especialistas nacionais e internacionais à volta do potencial por aproveitar da geração 50+.
Para Clinton, o número é arbitrário, herdado de um modelo social e económico do século XX, que continua a ditar o momento em que se espera que as pessoas deixem de trabalhar numa altura em que vivemos mais, com melhor saúde, mais conhecimento e, em muitos casos, com vontade de continuarmos ativos. “Os 65 como limiar são hoje um erro, não é mais do que um número errado para pensar em reforma”, defende, sublinhando que a longevidade está a obrigar sociedades, empresas e marcas a reescreverem o guião da vida adulta. Ler mais

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