quarta-feira, 18 de junho de 2025

Bruxelas exige que Portugal cumpra diretiva sobre água potável

 

Em média, 30% da água potável de cano perde-se na distribuição 

A Comissão Europeia exigiu esta quarta-feira a Portugal e a outros quatro países a conclusão da transposição da diretiva da União Europeia (UE) sobre a água potável. A situação está em incumprimento desde 12 janeiro de 2023.

Em comunicado, o executivo comunitário exigiu a Portugal, Bulgária, Grécia, Espanha e Países Baixos que transponham uma diretiva que atualiza os critérios de qualidade de água para que seja considerada potável.

A Comissão Europeia exigiu esta quarta-feira a Portugal e a outros quatro países a conclusão da transposição da diretiva da União Europeia (UE) sobre a água potável. A situação está em incumprimento desde 12 janeiro de 2023.

Em comunicado, o executivo comunitário exigiu a Portugal, Bulgária, Grécia, Espanha e Países Baixos que transponham uma diretiva que atualiza os critérios de qualidade de água para que seja considerada potável.Em concreto, a diretiva europeia, que deveria ter sido transposta para a legislação nacional até 12 de janeiro de 2023, pede que sejam tomadas medidas para reduzir a presença de microplásticos e para impedir fugas. Em média, 30% da água potável de cano perde-se na distribuição. Ler mais

 

 

O pântano dos preços e os preços num pântano

 


Um preço na gôndola, outro na caixa. Com prejuízo para quem? Será preciso dar a resposta?

Falaciosamente, o director-geral da Associação Portuguesa das Empresas da Distribuição Alimentar afirmara, em tempos, que em 70% dos casos tais diferenças beneficiavam o consumidor…

É imperioso que em Portugal os senhores da Grande Distribuição não tomem os consumidores por “trouxas” e não zombem da passividade dos que alvos de inenarráveis fraudes no mercado se mantêm silenciosos.

Curial será que tratem com dignidade quem lhes dá o pão de uma forma em geral desproporcionada…

Tantas as situações, tamanho o desaforo.

Aliás, nem é só na Grande Distribuição. Ler mais

 

Há 70 mil alojamentos locais que arriscam ser cancelados por falha na entrega do seguro

 


ALEP alerta que o período de submissão do comprovativo do seguro de responsabilidade civil está na reta final. Autarquias começam a enviar ordens de cancelamento a partir da próxima semana.

Dos 124 mil alojamentos locais registados no país, apenas 50 mil fizeram prova de vida através da entrega do comprovativo do seguro de responsabilidade civil. Ou seja, há 70 mil estabelecimentos que correm o risco de ser cancelados, visto que a entrega deste documento é obrigatória para garantir a legalidade da atividade, avança esta quarta-feira o Diário de Notícias (acesso pago).

A Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP) alerta que o período de submissão dos documentos está na reta final, sendo que as câmaras municipais vão começar a enviar a partir da próxima semana as ordens de cancelamento aos proprietários que não tenham cumprido as regras. Só em Lisboa, mais de metade dos 19 mil alojamentos locais não fizeram ainda a prova da atividade. Ler mais

Comissão Europeia leva Portugal a tribunal por falhas na luta contra o terrorismo online

Além de Portigal, Bruxelas vai levar também a Bulgária e a Irlanda ao Tribunal de Justiça da União Europeia por falharem no cumprimento das obrigações contra a disseminação de conteúdo terrorista online. 

Em comunicado, o executivo comunitário avança que Portugal, Bulgária e Irlanda falharam no cumprimento de algumas das obrigações do regulamento contra conteúdo terrorista online, que começou a ser aplicada a partir de 7 de junho de 2022.

A Comissão Europeia lembra que as regras estipulam que as plataformas online têm de remover conteúdo de carácter terrorista em uma hora após serem notificadas pelas autoridades dos Estados-membros.

De acordo com Bruxelas, os três países visados não cumpriram obrigações como designar uma autoridade responsável por assegurar o cumprimento das regras, assim como notificar a Comissão acerca destas autoridades. Ler mais

 

40 mil câmaras de vigilância sem proteções de segurança expõem vida privada na Internet

 

O crescimento da adoção de câmaras de vigilância coloca em causa a privacidade e segurança dos equipamentos. E mais de 40 mil estão expostas devido à falta de proteções dos equipamentos. 

As câmaras de vigilância sempre foram úteis para as empresas protegerem os seus espaços, mas a tecnologia tem sido cada vez mais adotada por particulares, para dar mais segurança às suas casas. O problema é que em vez de proteção, muitas câmaras podem significar o perigo de expor os utilizadores na internet. Sobretudo nos modelos ligados e controlados através da internet.

A Bitsight, empresa especialista em cibersegurança, diz que encontrou cerca de 40 mil câmaras expostas a transmitir ao vivo para a internet. As câmaras não tinham passwords nem qualquer proteção, expondo a vida dos utilizadores. A empresa diz que já tinha alertado para o caso em 2023, mas que a situação não se alterou desde então.

A empresa diz que estas câmaras, que foram criadas para segurança e conveniência, “tornaram-se inadvertidamente janelas públicas para os espaços sensíveis, muitas vezes sem os seus proprietários saberem”. O problema, levanta a empresa, é a facilidade com que qualquer pessoa ou organização pode comprar este tipo de equipamentos, ligá-la e começar a transmitir as imagens com uma configuração mínima, o que considera um perigo permanente. Ler mais

 

O pântano dos preços e os preços num pântano


Um preço na gôndola, outro na caixa. Com prejuízo para quem? Será preciso dar a resposta?

Falaciosamente, o director-geral da Associação Portuguesa das Empresas da Distribuição Alimentar afirmara, em tempos, que em 70% dos casos tais diferenças beneficiavam o consumidor…

É imperioso que em Portugal os senhores da Grande Distribuição não tomem os consumidores por “trouxas” e não zombem da passividade dos que alvos de inenarráveis fraudes no mercado se mantêm silenciosos.

Curial será que tratem com dignidade quem lhes dá o pão de uma forma em geral desproporcionada…

Tantas as situações, tamanho o desaforo.

Aliás, nem é só na Grande Distribuição. Ler mais

 

Cash as a Constitutional Right: Why Switzerland Is Moving to Guarantee the Use of Cash

 

In a striking move, Swiss lawmakers have voted to support enshrining the right to use cash in the nation's constitution—a significant stance as digital payments gain ground.

This decision follows a referendum initiative led by the Swiss Liberty Movement, which garnered over 100,000 signatures, underscoring growing public sentiment that physical money remains essential.

Though mobile payments have overtaken all other methods—now accounting for 30.7% of transactions, compared to cash at 24.2%—the move reflects a deeper concern than mere payment preferences.

As the government acknowledged in its counterproposal, cash retains "major importance for the economy and society." The symbolic and practical implications are clear: cash embodies autonomy, accessibility, and resilience. (...)

E se o carro avariar...

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