sexta-feira, 23 de maio de 2025

Cada vez mais portugueses escolhem taxa mista no crédito habitação. Quais as vantagens desta opção?

 

Em abril, a maioria dos portugueses que pediu crédito habitação optou por uma taxa mista. De acordo com dados do ComparaJá, 80% das pessoas escolheram esta modalidade, que oferece uma taxa fixa durante os primeiros anos do contrato e, depois, passa a taxa variável.

Esta escolha permite maior segurança nas prestações nos primeiros anos, algo que muitos consumidores valorizam num contexto de incerteza económica.

Por que razão a taxa mista está a ser tão escolhida?

A taxa mista combina o melhor de dois mundos: uma previsibilidade no início, para ajudar no planeamento do orçamento familiar, e a possibilidade de beneficiar de descidas nas taxas de juro mais tarde. Ler mais

Apagão: Frente Cívica pede a Luís Montenegro que cobre indemnizações à REN

 

A associação Frente Cívica pediu ao primeiro-ministro que o Governo cobre uma indemnização à REN -- Redes Energéticas Nacionais pelos prejuízos causados pelo apagão de 28 de abril

A associação Frente Cívica disse hoje ter pedido ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, que o Governo cobre uma indemnização à REN -- Redes Energéticas Nacionais pelos prejuízos causados pelo apagão de 28 de abril.

"A atividade económica parou, negócios perderam stocks de produtos perecíveis, os portugueses temeram pela sua segurança, e em pelo menos um caso, a falha de energia provocou ou contribuiu para a morte de uma pessoa", recorda a associação, numa carta enviada na quinta-feira.

O Ministério da Saúde anunciou, em 01 de maio, que ordenou uma averiguação das circunstâncias da morte de uma mulher de 77 anos que estava ventilada e que terá morrido, alegadamente, em consequência do apagão de 28 de abril. Ler mais

 

Mais de 1.400 doentes oncológicos a aguardar cirurgia ultrapassaram o tempo de espera em março

 

Nos primeiros três meses do ano foram operados 20.376 doentes oncológicos, mais do que no mesmo período do ano passado.

Mais de 1.480 doentes oncológicos a aguardar cirurgia já tinham ultrapassado no final de março o Tempo Máximo de Resposta Garantido (TMRG), segundo os dados fornecidos ao grupo de trabalho que acompanha o plano de emergência da saúde.

Um relatório de acompanhamento do plano, datado de 31 de março e a que a Lusa teve acesso, indica que nessa data estavam inscritos 8.868 utentes para cirurgia oncológica, 1.488 dos quais já tinham ultrapassado o TMRG. Destes, 180 não tinham sequer cirurgia agendada.

Os números representam uma redução face ao final de março do ano passado, quando estavam inscritos 9.477 utentes, dos quais 2.536 fora do tempo máximo de resposta (1.067 com cirurgia agendada). Ler mais

 

Recondicionado não é usado: e a garantia aí mais alta pia...


 

Imprensa Escrita - 23-5-2025





 

quinta-feira, 22 de maio de 2025

Muito ruído e pouca literacia: A alimentação dos bebés ainda espera por regulação

 Papas, saquetas, reels de receitas, menus de berçários carregados de açúcar e conselhos contraditórios. Na alimentação infantil, não faltam abordagens — falta equilíbrio e informação fiável. O SAPO falou com a bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Liliana Sousa, que não tem dúvidas: é nos primeiros mil dias de vida que se decide grande parte da saúde futura — mas Portugal continua a falhar na base. Falta literacia alimentar, faltam nutricionistas no terreno e faltam políticas integradas.

Nos últimos anos, os dados sobre excesso de peso e obesidade infantil mostravam sinais de melhoria. Mas, em 2022, a tendência inverteu-se: em Portugal, 32% das crianças têm excesso de peso e 15% são obesas. Apesar de, desde 2017, existirem regras claras que restringem alimentos com excesso de açúcar e sal nas escolas públicas, as creches e jardins de infância continuam sem enquadramento legislativo. Ao mesmo tempo, a literacia alimentar da população permanece baixa — em 2017, 40% dos portugueses não sabiam interpretar um rótulo — e a resistência cultural a mudanças alimentares mantém-se enraizada. Ler mais

Menos de 40% dos portugueses acima dos 50 anos recebem pensões

 


Menos de 40% das pessoas com 50 a 74 anos a residir em Portugal recebem pensões (de invalidez ou velhice), o que compara com a média europeia de 45,1%.

Menos de 40% dos portugueses com 50 a 74 anos recebem pensões, sejam elas de velhice ou invalidez. De acordo com os dados divulgados esta quinta-feira pelo Eurostat, esta é das menores fatias observadas na União Europeia, sendo que, por exemplo, na Polónia mais de 55% das pessoas nessa faixa etária recebam prestações deste tipo.

Comecemos pelo retrato global do bloco comunitário. “Em 2023, 45,1% das pessoas com 50 a 74 anos receberam pensões na União Europeia. Neste grupo, 39,7% receberam pensões de velhice, 4,6% pensões de invalidez ou outro tipo de benefício por incapacidade, 0,8% receberam ambos estes tipos de pensões“, informa o gabinete de estatísticas, num destaque publicado esta manhã. Ler mais