quarta-feira, 21 de maio de 2025

Reclamações: O cúmulo das inquietações

 


Advertência: os n.ºs ora apresentados pela Direcção-Geral do Consumidor reportam-se exclusivamente a reclamações registadas em livro; nem aos balcões, nem por contactos à distância (telefone ou mensagens electrónicas) nem por quaisquer outros meios que não os constantes das duas versões do livro.

Em 2024, 444.815 registos nos livros de reclamações (255.048 em suporte papel e 189.767 no digital).

O ano passado houve 448.199 reclamações em suporte papel e no digital.

O maior número de reclamações cabe a comércio e serviços: 191.472.

De seguida, as comunicações: 101.359

Serviços de saúde: 34.643.

Serviços sob a alçada da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE): aumento de 10%. Ler mais

Partes da Espanha ficam sem telefone fixo e internet por horas

 

Queda também afetou a cidade de Madri, capital do país; o serviço foi reestabelecido no início da tarde 

 A empresa Telefónica TEF.MC informou que restabeleceu todos os serviços na Espanha no início da tarde desta terça-feira (20), após a interrupção de alguns serviços de telefonia fixa e internet por algumas horas em partes do país devido a uma atualização da rede.

Interrupção ocorreu três semanas após a Espanha sofrer um apagão catastrófico em 28 de abril, cujas causas ainda não foram determinadas.

A linha de emergência 112 também foi interrompida em algumas áreas do país, informou a Telefónica. Ler mais

Pelo segundo ano consecutivo: exportações de azeite de Portugal supera os mil milhões de euros

 

As exportações de azeite de Portugal deverão ter ultrapassado os mil milhões de euros em valor, em 2024, o que acontece pelo segundo ano consecutivo e é considerado “histórico” para o setor, destacou hoje um responsável.

Segundo avançou hoje à agência Lusa o presidente do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL), Gonçalo Morais Tristão, em 2023, o valor das exportações já tinha ultrapassado os mil milhões de euros e, em 2024, “deve ter andado pelos mesmos valores”.

“É histórico porque ultrapassarmos a barreira dos mil milhões de euros, ainda por cima em dois anos consecutivos, é muito importante para o setor”, que está assente em “dois tipos de exportações”, o do azeite a granel e o do azeite embalado, frisou.

Gonçalo Morais Tristão falava à Lusa a propósito do Congresso Nacional do Azeite (CNA) e da Feira Nacional de Olivicultura (FNO), eventos que vão decorrer, a partir de quinta-feira, em Campo Maior, no distrito de Portalegre.

Na vertente do azeite a granel, segundo o presidente do CEPAAL, as exportações seguem “sobretudo para Espanha e para Itália”, enquanto, na vertente do azeite embalado e com marca portuguesa, “o principal cliente é o Brasil”. Ler mais

70 euros por adulto, 30 por criança: banco central dos Países Baixos alerta que se mantenha dinheiro guardado debaixo do colchão

 

As famílias devem ter dinheiro suficiente reservado em casa para durar três dias em caso de emergência, alertou esta semana o banco central dos Países Baixos.

Segundo a instituição, é aconselhável manter-se 70 euros por adulto e 30 euros por criança em moeda forte, caso os sistemas de pagamentos eletrónico falhem.

O banco citou a ameaça de ataques cibernéticos — um risco crescente dada a situação geopolítica cada vez mais tensa — como um motivo para os consumidores permanecerem preparados.

A 28 de abril, um apagão na Espanha e em Portugal causou problemas graves, mas de curta duração, nos sistemas de pagamento.

O dinheiro reservado deve ser suficiente para cobrir “as despesas mínimas necessárias por um período de três dias, como água, comida, remédios e transporte”.

O banco central holandês também deu alguns conselhos aos comerciantes: devem ter sistemas de pagamento alternativos, como códigos QR digitalizáveis, caso os terminais de ponto de venda não funcionem.

Em março, a Comissão Europeia publicou um plano de preparação que recomendava que os cidadãos guardassem alimentos suficientes para três dias para garantir abastecimentos em caso de emergências como guerra ou desastres naturais.

Aprovação da pensão de invalidez passa a ser automática

 


Aprovação dos pedidos de pensão de invalidez passa a ser mais simples, sendo feita de forma automática, depois da Segurança Social receber deliberação do Serviço de Verificação de Incapacidades.

A análise e aprovação dos pedidos de pensão de invalidez passam a ser feitas de forma automática, anunciou esta quarta-feira a Segurança Social. Esta é uma das medidas do programa “Primeiro Pessoas”, que já conseguiu retirar do atendimento presencial mais de meio milhão de pessoas, adiantou ao ECO o presidente do Instituto de Informática da Segurança Social, Luís Farrajota.

“O processo de análise e aprovação dos pedidos de pensão de invalidez foi simplificado, passando a ser feito automaticamente, logo após a receção da deliberação de incapacidade por parte do Serviço de Verificação de Incapacidades“, informa a Segurança Social, numa nota publicada no seu site. Ler mais

Reclamações: o cúmulo das inquietações

 


Advertência: os n.ºs ora apresentados pela Direcção-Geral do Consumidor reportam-se exclusivamente a reclamações registadas em livro; nem aos balcões, nem por contactos à distância (telefone ou mensagens electrónicas) nem por quaisquer outros meios que não os constantes das duas versões do livro.

Em 2024, 444.815 registos nos livros de reclamações (255.048 em suporte papel e 189.767 no digital).

O ano passado houve 448.199 reclamações em suporte papel e no digital.

O maior número de reclamações cabe a comércio e serviços: 191.472.

De seguida, as comunicações: 101.359

Serviços de saúde: 34.643.

Serviços sob a alçada da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE): aumento de 10%.

Serviços públicos essenciais (de catálogo): as comunicações eletrónicas e os serviços postais os mais visados: 101.359 reclamações.

Em seguida, eletricidade e gás natural: 27.787.

Depois, transportes públicos: 18.711.

Águas e resíduos: 4.380 reclamações. Ler mais

Airhelp diz que 52% dos pedidos de indemnização de passageiros foram indevidamente rejeitados pelas companhias

A Airhelp diz ainda que “muitas companhias aéreas utilizam todo o tipo de justificações para rejeitar as queixas dos passageiros, mesmo quando estes têm direito a indemnização” ao abrigo da legislação em vigor.  

Uma análise da Airhelp, um serviço online que permite aos passageiros pedir indemnização por cancelamento de voos, atrasos, ou overbooking, afirma que 52% dos pedidos de indemnização apresentados pelos passageiros aéreos em 2024 foram indevidamente rejeitados pelas companhias aéreas.

A Airhelp diz ainda que “muitas companhias aéreas utilizam todo o tipo de justificações para rejeitar as queixas dos passageiros, mesmo quando estes têm direito a indemnização” ao abrigo da legislação em vigor.

“O motivo mais descrito, em 2024, foi a ausência total de resposta por parte da companhia aérea (26% dos casos). Isto significa que mais de um quarto das queixas válidas não receberam qualquer resposta, deixando o passageiro num limbo administrativo, sem qualquer explicação ou resolução”, refere a empresa. Ler mais