terça-feira, 20 de maio de 2025

Deterioração do mercado de trabalho sobe despesa com prestações de desemprego em 2024

 


As prestações do desemprego custaram 1.591,1 milhões de euros em 2024, mais 17,3% face ao ano anterior. Conta Geral do Estado aponta “deterioração” do mercado de trabalho, invisível nas estatísticas. 

despesa com prestações de desemprego aumentou 234,5 milhões de euros em 2024, refletindo “alguma deterioração” do mercado de trabalho, invisível nas estatísticas do desemprego, segundo a Conta Geral de Estado (CGE).

De acordo com a CGE de 2024, recentemente publicada pela Direção-geral do Orçamento (DGO), a despesa com o conjunto de prestações do desemprego totalizou 1.591,1 milhões de euros em 2024, o que traduz uma subida de 17,3% face ao valor registado no ano anterior.

A subida, lê-se no relatório da CGE, é explicada sobretudo pelo aumento de 170,1 milhões de euros (+16%) da despesa com subsídio de desemprego, de 52,1 milhões de euros na despesa com garantia salarial e de 11,3 milhões de euros na compensação salarial por suspensão temporária de contrato de trabalho (lay-off tradicional). Ler mais


Empresas pedem que a Comissão Europeia tome medidas contra a Visa e a Mastercard

Perante um claro domínio do mercado dos cartões de pagamento, retalhistas e empresas de venda online da Europa instaram a Comissão Europeia a controlar as taxas alegadamente elevadas cobradas pela Visa e pela Mastercard. Na perspetiva das entidades, estas prejudicam a competitividade do bloco e põem em causa a concorrência.

Atualmente, a Visa e a Mastercard dominam claramente o mercado dos cartões de pagamento e, nos últimos anos, têm sido alvo de queixas motivadas pelas comissões que cobram e pela alegada falta de transparência por que operam.

Segundo a informação citada pela Reuters, as duas empresas americanas processam cerca de dois terços dos pagamentos com cartão na zona euro. Ler mais

Consumidores europeus e dos EUA mantêm relevância do numerário

Os pagamentos digitais crescem, mas o ritmo desacelera. Consumidores valorizam o dinheiro pela privacidade e segurança em crises. Em 2024, 14% dos pagamentos nos EUA foram feitos em dinheiro, fixando-se como o terceiro meio mais usado. 

Os EUA deram a conhecer, na última semana, os seus dados sobre o comportamento dos consumidores na hora de pagar. É possível observar que 14% dos pagamentos ocorridos no país em 2024 foram feitos em numerário. Este meio de pagamento fixou-se como o terceiro mais utilizado pelo quinto ano consecutivo nos EUA, atrás dos cartões de crédito e de débito, responsáveis por 35% e 30% das transações, respetivamente.

A vice-presidente executiva e diretora da FedCash Services, Kathleen Young, salienta que os pagamentos com recurso a dinheiro físico nos EUA se têm mantido consistentes no país nos últimos quatro anos. De acordo com Young, os americanos fizeram sete pagamentos por mês em numerário, o mesmo valor desde 2020. A vice-presidente executiva acredita que o uso de dinheiro pode ter atingido um valor de referência, “mantendo a sua relevância devido à ubiquidade, acessibilidade e resiliência”. Ler mais

 

Tem terrenos por limpar? GNR vai começar a multar a partir de junho

 

A maioria dos terrenos identificados pela GNR fica nos distritos de Leiria, Bragança, Santarém, Viseu, Castelo Branco e Braga.

A GNR está a notificar os cidadãos para limparem os terrenos florestais até 31 de maio. Até ao momento há mais sinalizações do que no ano passado.

Segundo o Jornal de Notícias, o preço para mandar limpar os terrenos ronda os mil euros por hectare.

A maioria dos terrenos identificados pela GNR fica nos distritos de Leiria, Bragança, Santarém, Viseu, Castelo Branco e Braga.

As empresas queixam-se que estão com dificuldade em recrutar mão de obra.

As autoridades avisam que quem não cumprir começa a ser multado no início do próximo mês.

 

Preços em enorme confusão

Três em cada cinco portugueses não têm dinheiro para as necessidades básicas, aponta estudo

Os portugueses não têm meios para suprir as despesas diárias, sendo que as restrições orçamentais são um dos principais obstáculos ao consumo, revelou esta terça-feira o estudo Barómetro Europeu 2025 do Observador Cetelem, publicado no ‘Diário de Notícias’: três em cada quatro cidadãos nacionais assume ter dificuldades financeiras e três em cada cinco diz mesmo não conseguir cobrir as suas necessidades básicas. Já 18% dos participantes em Portugal admitiu não só a incapacidade de pagar os encargos essenciais, como também a ausência de qualquer alternativa para enfrentar essa situação.

“59% dos inquiridos afirma que não consegue fazer face às suas necessidades básicas, mas desenvolve estratégias que lhes permite dar resposta a esse desafio. Em Portugal 18% dos inquiridos consideram que não têm dinheiro para satisfazer as suas necessidades básicas, o que quase equivale à percentagem de pessoas que vivem abaixo do limiar de pobreza”, indicou o estudo, conduzido em 10 países e perto de 11 mil inquiridos sobre o consumo na Europa. Ler mais

Direto ao Consumo - Rádio Valor Local


 No programa de hoje, destaque para as reclamações sobre a comunicações, onde se incluem as novas operadoras e os serviços postais (...)

Trocou o smartphone por um telemóvel dos anos 90 durante uma semana. O mais difícil não foi o que esperava

  Durante sete dias, um jornalista especializado em tecnologia deixou o smartphone na gaveta e passou a usar um Nokia 3210. O objetivo era ...