terça-feira, 21 de janeiro de 2025
O que vai acontecer às criptomoedas? Previsões para 2025 e as 10 mais promissoras
O futuro das criptomoedas tem estado na ordem do dia, e Elon Musk já avisou que o seu valor pode cair de forma significativa neste ano. Mas também há previsões que indicam o contrário.
No início deste ano, Elon Musk anunciou que se a presidência de Donald Trump for bem-sucedida no combate à inflação, isso poderá reduzir o preço das criptomoedas mais importantes.
A posição de Musk despoletou algumas reacções de espanto, com um utilizador da rede social X a deixar-lhe uma pergunta curiosa: “Então, está a dizer-me que quando se “conserta” o dinheiro real, o dinheiro mágico da Internet torna-se menos mágico?”.
Na verdade, algumas previsões indicam que as criptomoedas podem ser impulsionadas pelas finanças tradicionais,
não tanto devido à inflação e ao dinheiro em si, mas perante vários
factores relevantes, nomeadamente “regulamentações mais favoráveis e
uma maior adopção institucional” das moedas digitais. Ler mais
Indemnizan con 1.700 euros a una pareja que no pudo embarcar por 'overbooking' y a la que le cancelaron el siguiente vuelo
segunda-feira, 20 de janeiro de 2025
Conselho Nacional do Ambiente dá parecer negativo à alteração da lei dos solos
Num parecer divulgado hoje, o CNADS avalia o decreto-lei de 30 de dezembro que vai permitir a construção em terrenos até agora proibidos, e que entra em vigor no final deste mês.
O documento a alterar o Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial destina-se, segundo o Governo, a permitir maior disponibilidade de terrenos para construção, facilitando “a criação de soluções habitacionais que atendam aos critérios de custos controlados e venda a preços acessíveis”.
O objetivo é promover “uma maior equidade social” e permitir que “as famílias portuguesas tenham acesso a habitação digna”. Ler mais
Albufeira inaugura sistema de videovigilância em locais estratégicos da cidade
A cidade de Albufeira, no distrito de Faro, inaugurou hoje um sistema de videovigilância com 65 câmaras, instaladas em locais de maior afluência de pessoas e trânsito, e que vão ser operadas pela Guarda Nacional Republicana (GNR).
"Trata-se de um sistema que vai monitorizar as zonas de maior afluxo de trânsito e concentração de pessoas, nomeadamente a designada rua dos bares, no sentido de dissuadir e combater o crime", disse aos jornalistas o presidente da Câmara de Albufeira, José Carlos Rolo.
De acordo com José Carlos Rolo, a videovigilância, que
entrou em funcionamento em 30 de dezembro de 2024, "pretende ajudar as
autoridades de segurança na prevenção e combate ao crime", numa cidade
que tem sido apontada como tendo um dos maiores índices de criminalidade
'per capita' do país. Ler mais
Nova taxa das embalagens faz subir preços: consumidores vão pagar até mais 4,2 cêntimos
O Governo decretou que, em 2025, os produtores, embaladores e
distribuidores vão pagar o dobro aos municípios pela recolha das
embalagens: a indústria indicou que este aumento implicaria um encargo
adicional de 113 milhões de euros e poderia significar a subida dos
preços nos supermercados. No entanto, de acordo com a ERSAR (Entidade
Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos), avançou esta segunda-feira o
‘Jornal de Negócios’, a subida são, na maioria dos casos, inferiores a
um cêntimo.
“No âmbito de um cabaz de bens essenciais que a ERSAR tem vindo a
acompanhar, a atualização dos valores de contrapartida para 2025 terá um
peso de 0,8% no preço final dos produtos. Este impacto traduz-se num
aumento médio estimado de 0,4 pontos percentuais nos preços, em virtude
de subidas do ecovalor entre 0,1 e 4,2 cêntimos”, avançou o regulador. Ler mais
Segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2023 realizaram-se 85.041 partos em hospitais, dos quais 18,2% em unidades de saúde privadas, num crescimento de 5% face a 2022 e de 4,2 pontos percentuais se recuarmos uma década. Nos hospitais públicos, ou parceria público-privada, houve um aumento de 2% para 69.556 partos. Na Área Metropolitano de Lisboa, 31% dos partos realizaram-se no privado, sendo que só em Lisboa representaram 56% dos 18.164 partos – mais 12 pontos percentuais quando comparado com 2013.
O Porto registou 7.726 partos, dos quais 35% no privado, um crescimento de cinco pontos percentuais face a 2013 – Braga foi o terceiro concelho com mais partos, com 10% no privado, menos dois pontos percentuais.
Diogo Ayres de Campos, presidente da Federação das Sociedades Portuguesas de Obstetrícia e Ginecologia, lembrou que “há uma resposta enorme da medicina privada em Lisboa e Vale do Tejo” – no entanto, sublinhou, “nunca tinha ficado em Lisboa acima dos 50%, numa fasquia psicológica elevada”. 2023, recordou, foi um ano “muito conturbado na Obstetrícia e Ginecologia nacional, sobretudo para a região de Lisboa e Vale do Tejo, com uma resposta muito débil na assistência obstétrica no SNS”.
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