segunda-feira, 1 de abril de 2024

Biometric Identification: What Is It? (A 2023 Review)

 Biometric ID is the process of using unique physical (e.g., fingerprint or vein pattern) or behavioral (e.g., gait or handwriting) traits to identify an individual. Biometric technologies use these unique and measurable qualities to perform security actions in lieu of traditional security measures, specifically passwords.

First, a user is expected to provide documentation of their identity. This documentation can be specific to the trait or tied to the individual.

For example, the registration of your fingerprint on your phone allows you to access your phone with your fingerprint in the future, but it does not tie your fingerprint to your personal identity. 

Conversely, in some high-security situations, for example immigration documentation, the biometric identification can be made simultaneously to both the documentation and to your identification. For example, you may have a fingerprint and facial recognition image attached to your passport so that an airport official can confirm both that you are the owner of the passport and that the passport is valid to the personal identification on file. (...)

Saladas embaladas estão “demasiado contaminadas por pesticidas”

 Um estudo realizado pelo Instituto Nacional do Consumo de França apurou que as saladas embaladas estão “demasiado contaminadas por pesticidas”. Algumas delas são de marcas que também se vendem em Portugal.

Este alerta é lançado pelo Instituto Nacional do Consumo (INC) de França através da sua revista oficial, a 60 Millions de Consommateurs, e depois de uma análise a várias marcas de saladas embaladas à venda em supermercados do país.

Foram analisadas em laboratório “26 referências” comercializadas por marcas francesas como Bonduelle, Florette e Les Crudettes, mas também por marcas de distribuidoras como Aldi, Lidl, Carrefour, Intermarché e E. Leclerc, supermercados que também actuam em Portugal. Ler mais

“O regulamento da UE para a Inteligência Artificial é um disparate completo e vai garantir que a Europa fica na cauda nesta matéria”


 A Inteligência Artificial está a evoluir rapidamente e levanta grandes desafios geopolíticos. Como é que vamos controlar uma máquina que é capaz de aprender e de ultrapassar os humanos? Qual será o grau de autonomia dos robôs e até que ponto é que eles podem ameaçar a segurança dos cidadãos? 

Para responder a estas e outras questões sobre riscos e ameaças à segurança nacional foram convidados o Almirante Henrique Gouveia e Melo e Pedro Domingos, professor de Ciências da Computação na Universidade de Washington, nos EUA, e autor do livro 'O Algoritmo Mestre'. Oiça aqui o último episódio de Francisco Pinto Balsemão no podcast A Próxima Vaga. Ler mais

Gorjetas continuam a dar que falar e Fisco já veio explicar: O que saber

 

As gorjetas e outras gratificações a trabalhadores de hotelaria e restauração não são sujeitas a IVA e não têm de constar nas faturas, esclareceu a AT. 

Há muitos estabelecimentos da restauração que estão a optar por incluir as gorjetas nas faturas, o que até obrigou a um esclarecimento por parte da Autoridade Tributária (AT), por causa do IVA. Afinal, o que é importante saber?

As gorjetas e outras gratificações a trabalhadores de hotelaria e restauração não são sujeitas a IVA e não têm de constar nas faturas mas, constando, deve ser assinalado que o valor respetivo não é sujeito a IVA.

Significa isto que, no entendimento da AT, as "'gorjetas 'ou gratificações não constituem a contrapartida de operações tributáveis em IVA". Ler mais

 

Publicidade infantil é ilegal em todas as telas: da TV à internet, sem exceção

 

Lembra-se das publicidades veiculadas na TV que influenciavam as crianças, usando estratégias como “Compre Baton!”, para estimular o consumismo? Essas práticas, hoje devidamente proibidas, podem ser legalizadas no âmbito da internet e das tecnologias da informação devido às movimentações para a votação do Projeto de Lei 2628/22. A proposta busca estabelecer uma legislação que proteja crianças e adolescentes no ambiente digital e, atualmente, está sob análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal.

Contrariando os esforços iniciais para proteger as crianças, o relatório do senador Jorge Kajuru (PSB/GO) propõe remover a vedação de direcionamento de publicidade e de comunicação mercadológica a crianças em produtos e serviços da tecnologia da informação, estabelecida no art. 10º, originalmente. Além disso, trata de forma equivocada crianças e adolescentes da mesma forma quanto ao direcionamento de publicidade, pois, ao incluir as crianças no art. 11º, o texto as equipara aos adolescentes e concede a elas menos proteção contra a publicidade do que aquela efetivamente devida a pessoas dessa faixa etária, nos termos da legislação e da jurisprudência atuais. Ler mais

quinta-feira, 28 de março de 2024

CONSULTÓRIO DO CONSUMIDOR

 


(29 de Março de 2024)

 FORA OU DENTRO DO ESTABELECIMENTO?

COM OU SEM HIPÓTESE  DE DESISTIMENTO?

 

“Recebi em casa uma comunicação da firma onde habitualmente compro os electrodomésticos: oferta de uma arca congeladora, último modelo, com um preço promocional.

Dirigi-me ao estabelecimento e acabei por comprar.

Cheguei, no entanto, à conclusão, 5 dias depois, que nada acrescentaria, de resto, aos equipamentos que já tinha e quis desistir da compra.

Telefonei para a empresa: lamentaram, dizendo que como a compra fora ao balcão, nada poderiam fazer porque em tais casos não há lugar aos 14 dias para desistência: só se a compra fosse fora de estabelecimento.”

Apreciada a factualidade, cumpre dizer:

1.    Os contratos de compra e venda ao balcão, salvo se a contento ou sujeitos a prova, de par  com circunstâncias outras, são firmes, têm de ser rigorosamente cumpridos.

 2.    Há contratos à distância (por correio, por meios electrónicos,  telefone ou telecópia) como fora de estabelecimento, em que os consumidores dispõem de um período de reflexão (de 14 ou 30 dias, segundo os casos) no decurso do qual podem dar o dito por não dito.

 3.    No regime dos contratos fora de estabelecimento cabem os celebrados em

 

3.1.        Local indicado pelo fornecedor …, a que o consumidor se desloque, por sua conta e risco, na sequência de uma comunicação comercial (v.g., em instalações de bombeiros para venda de produtos de saúde, precedidos, por vezes, de falsos rastreios, etc.);

3.2.        Domicílio do consumidor;

3.3.        Local de trabalho do consumidor;

3.4.        Em reuniões em que a oferta é promovida por demonstração perante pessoas reunidas num dado domicílio, a instâncias do fornecedor (‘reuniões Bimby’);

3.5.        Ou durante uma deslocação organizada pelo fornecedor fora de estabelecimento (“Conheça a Galiza grátis”).

 

4.    Mas aí também cabem os contratos celebrados no estabelecimento comercial  ou por quaisquer meios de comunicação à distância imediatamente após o consumidor ter sido, pessoal e expressamente, contactado em local que não seja o do próprio estabelecimento (DL 24/2014:  subal. i) da al. i) do art.º 3.º).

 5.    O artigo 9.º do DL 24/2014 reza o seguinte:

“1 - O contrato celebrado fora do estabelecimento comercial é reduzido a escrito e deve, sob pena de nulidade, conter, de forma clara e compreensível e na língua portuguesa, as informações determinadas pelo artigo 4.º [todo o clausulado de a a z].

2 - O fornecedor… deve entregar ao consumidor uma cópia do contrato assinado ou … noutro suporte duradouro…”

 6.    Como se preteriu a forma legal prescrita (em papel ou noutro suporte duradouro, a bel talante do consumidor), o contrato é nulo.

 7.    A nulidade é invocável a todo o tempo, por qualquer interessado e pode ser declarada oficiosamente pelo tribunal: não está, por conseguinte, limitada aos 14 ou 30 dias, consoante os casos, para o exercício do direito de retractação (o de dar o dito por não dito) (Código Civil: art.º 286; DL 24/2014: n.º 1 do art.º 10.º)

 8.    O contrato, ainda que celebrado no estabelecimento, não é equiparável aos… celebrados normalmente nos estabelecimentos a que os consumidores se desloquem espontaneamente em razão dos seus interesses e querer momentâneos e em que, salvo se ocorrer vício, avaria, etc., não pode  haver marcha-atrás!

 

EM CONCLUSÃO:

a.    O contrato celebrado nas instalações próprias do estabelecimento comercial após contacto pessoal e expresso promovido pela empresa subsume-se no regime dos contratos fora de estabelecimento (DL 24/2014: subal. i) da alínea i) do art.º 3.º).

 b.    Como tal, ao contrário dos contratos habituais celebrados em estabelecimento, meramente consensuais, sem observância de forma legal escrita, o contrato de que se trata obedece rigorosamente a forma: tem de ser passado ao papel (ou outro suporte duradouro) (DL 24/2014: n.º 1 do art.º 9.º).

 c.    Se tal se não tiver observado, o contrato é nulo: nulidade invocável a todo o tempo por qualquer interessado e declarada oficiosamente pelo tribunal (Código Civil: art.º 286).

 Tal é, salvo melhor juízo, o nosso parecer.

 

Mário Frota

presidente da apDC – DIREITO DO CONSUMO - Portugal

Na construção civil a prevenção e o prémio da apólice de AT

 

A importância da formação na prevenção dos acidentes de trabalho na construção civil é um tema de extrema relevância, pois a construção civil é uma das indústrias com maior incidência de acidentes laborais em todo o mundo. A falta de preparação e do conhecimento adequado dos trabalhadores pode ter como consequência situações perigosas que colocam em risco suas vidas e a dos seus colegas. Portanto, investir na formação e capacitação de todos os profissionais que trabalham nesse setor é fundamental para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável.
Existem diversos fatores que contribuem para a ocorrência de acidentes na construção civil, como o manuseio de equipamentos pesados, o trabalho em alturas elevadas, a exposição a produtos químicos e materiais perigosos, entre outros. O desconhecimento sobre as normas de segurança, procedimentos adequados e uso correto dos equipamentos de proteção individual (EPIs) pode aumentar significativamente o risco de acidentes durante a execução de qualquer tarefa, antes ou depois. Uma formação adequada aborda não apenas aspetos técnicos relacionados com as tarefas desempenhadas no local das obras, mas também aspetos comportamentais e de conscientização sobre a importância da segurança no trabalho. Os trabalhadores precisam não ter dúvidas sobre os riscos associados à tarefa ou atividade que estão a realizar e devem estar preparados para identificar situações de perigo e agir de forma preventiva em conformidade com a mesma.
Além disso, a formação na prevenção de acidentes de trabalho na construção civil também inclui o conhecimento e informação sobre o uso correto de equipamentos de proteção individual e coletiva, como capacetes, luvas, óculos de proteção, cintos de segurança, entre outros. É essencial que os trabalhadores saibam como utilizar esses equipamentos adequadamente e estejam conscientes da sua importância para a sua própria segurança. Além da preparação dos trabalhadores, as empresas também desempenham um papel fundamental na prevenção de acidentes de trabalho na construção civil. Devem garantir que as condições de trabalho sejam seguras e que todas as medidas de segurança necessárias estejam em vigor. Isso inclui a realização de inspeções regulares no local de trabalho, a manutenção adequada
dos equipamentos e a implementação de políticas de segurança eficazes e assertivas. Investir na formação em prevenção de acidentes de trabalho na construção civil não só ajuda a proteger a vida e a saúde dos trabalhadores, mas também traz benefícios para as empresas, como a redução do absenteísmo, dos custos com tratamento médico e indemnizações por acidentes de trabalho, além da melhoria da imagem da empresa perante os clientes e a sociedade como um todo. O seguro de Acidentes de Trabalho é obrigatório e re ete em termos comerciais o valor da apólice de acordo com o risco da atividade caracterizado pela seguradora, assim como a taxa de sinistralidade e o seu histórico se existir. Este seguro de acidentes de trabalho oferece uma rede de proteção tanto para os trabalhadores quanto para as empresas do setor. Para os trabalhadores, o seguro garante assistência médica adequada em caso de acidente, cobrindo despesas com tratamento médico, hospitalização, reabilitação e até mesmo invalidez
permanente seja parcial ou total, assim como a morte decorrente de acidente de trabalho. Além disso, o seguro de acidentes de trabalho também prevê o pagamento de um auxílio-doença ou auxílio-acidente
durante o período em que o trabalhador estiver incapacitado para o trabalho devido ao acidente.
Para as empresas da construção civil, o seguro de acidentes de trabalho é obrigatório por lei em Portugal assim como em muitos países e serve como uma forma de proteção contra possíveis processos judiciais e indemnizações decorrentes de acidentes de trabalho. Ao contratar um seguro de acidentes de trabalho para os seus funcionários, as empresas transferem parte do risco financeiro associado aos
acidentes de trabalho para a seguradora, o que pode ajudar a reduzir os custos operacionais e os impactos financeiros consequência desses acidentes.
Além disso, o seguro de acidentes de trabalho também pode incluir serviços de prevenção de acidentes e promoção da saúde ocupacional, como palestras, treinamentos, campanhas de conscientização e avaliações de riscos no ambiente de trabalho. É importante ressaltar que o seguro de acidentes de trabalho não apenas beneficia os trabalhadores e as empresas do setor, mas também a sociedade como um todo. Reduzir a ocorrência de acidentes de trabalho na construção civil não apenas evita o sofrimento humano e as perdas financeiras associadas aos acidentes, mas também contribui para a melhoria da
produtividade, da qualidade do trabalho e da imagem da indústria da construção civil.
Resumindo, o seguro de acidentes de trabalho desempenha um papel importante na proteção dos trabalhadores e na promoção da segurança e da saúde ocupacional na construção civil. É uma ferramenta essencial para garantir a tranquilidade e a segurança dos trabalhadores, bem como a sustentabilidade e a competitividade das empresas do setor.
Portanto, investir no seguro de acidentes de trabalho é investir no bem-estar e no futuro da construção civil.

Sondagem: Maioria das famílias já corta em restaurantes, roupa e viagens para suportar crédito à habitação

  A subida dos custos associados ao crédito à habitação está a levar muitas famílias portuguesas a reduzir despesas do dia a dia, mas a gr...