The Digital Services Act (DSA) and European Digital Identity
Wallets (EDIW) take the spotlight in the EU’s work to protect minors
online, according to an unreleased document seen by Euractiv.
The DSA looks to enhance online safety by clarifying responsibility
for online actors and addressing illegal and harmful content.
Digital identity wallets, under the Electronic Identification and
Trust Services for Electronic Transactions (eIDAS) regulation, provide a
secure platform for managing personal identification documents and
fostering standardised digital identification across the EU.
A declaration to be presented at the informal meeting
of Europe’s telecom ministers on April 11-12, calls for the rigorous
and effective enforcement of the DSA and EDIW to protect children and
young adults online, according to a document seen by Euractiv. (...)
Vodafone "lamenta" decisão e garante que "esclareceu sempre todas as
dúvidas e procurou responder às preocupações levantadas" pela Autoridade
da Concorrência.
A Autoridade da Concorrência aprovou um projecto de decisão que dá
parecer negativo à operação, tornando, assim, cada vez mais improvável a
venda avançar. A informação, avançada pelo ECO, foi confirmada pelo
Negócios junto do regulador e da operadora de telecomunicações.
"A AdC confirma que emitiu um projeto de decisão no sentido de
oposição à operação. A adquirente, embora tenha apresentado vários
pacotes de compromissos, falhou em demonstrar que esta aquisição não
teria impacto negativo na concorrência", explicou fonte oficial do
regulador. Ler mais
A pesquisa criou um algoritmo que consegue prever os
medicamentos que recorrem às mesmas proteínas transportadoras e que se
anulam mutuamente.
Uma equipa de investigadores do Instituto de Tecnologia de
Massachusetts (MIT), do Brigham and Women’s Hospital e da Universidade
Duke desenvolveu uma abordagem inovadora para prever interações que
podem afetar a eficácia de medicamentos.
O estudo, recentemente publicado na revista Nature Biomedical Engineering, dá pistas sobre como os medicamentos atravessam o revestimento do trato digestivo e interagem com as proteínas transportadoras presentes nas células. Ler mais
A apDC – Direito do
Consumo – de Portugal, sociedade científica sediada em Coimbra, realizou, em
parceria com o Politécnico de Leiria, as suas XIII Jornadas Regionais (IV Internacionais)
com um programa variadíssimo sob a epígrafe “Inteligência Artificial &
Consumo”
As Jornadas, algo
concorridas, tiveram a participação de universitários de Portugal e de Espanha
(Granada e Múrcia) e os temas versados despertaram enorme interesse.
Eis o programa
§Mário Frota,“O Regime Geral da Inteligência
Artificial”
§Manuel David Masseno, “Antes da iminente «perusia regulatória», a UE já defende os consumidores
perante a IA?”
§Hugo Mira, “Sistema da Pagamento e Inteligência Artificial”
§Rui Cascão, “Responsabilidade por danos causados pela Inteligência Artificial”
§Guillermo Orozco Pardo, “Derecho a la privacidade del consumidor en el mercado digital: especial
referencia a los produtos conectados”
§Jorge Barro Mendes, “Créditos aos Consumidores e Inteligência Artificial”
§Margarita Orozco
Gonzalez“, La protección del consumidor vulnerable
ante los retos de la IA en el mercado digital”
§Elionora Cardoso, “ Que futuro para os serviços públicos essenciais com a implementação da
IA”
§Marisa Dinis, “Loot box: legislar para proteger”
Eis um resumo
fotográfico do evento, que tem a marca da apDC – Direito do Consumo, de
Portugal.
Outros e tãobem sucedidos eventos se aguardam com a
chancela da apDC, em Portugal, como no exterior.
Por iniciativa da Câmara
Municipal de Tomar e do seu “Serviço Municipal do Consumidor” (CIAC), dirigido
pelo Dr. Virgílio Saraiva, realizou-se na Cidade do Nabão a Jornada do Consumo
de 2024, em celebração do Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, sexta-feira
última, no Auditório da Biblioteca Municipal.
A abertura esteve a cargo
da vice-presidente da Câmara Municipal, uma vez que o presidente se acha
ausente no Brasil.
Falou ainda a directora
dos Serviços de Comunicação da DGC.
A apDC, por convite
formalmente endereçado ao seu presidente emérito, esteve presente e fez a
apresentação inicial sobre “O Contrato de Compra e Venda de Consumo
(celebração, entrega, pagamento do preço, incumprimento e consequências).
O Prof. Mário Frota
versou o tema na perspectiva dos contratos celebrados nos pontos de venda, como
fora de estabelecimento e ainda dos que têm por base meios de comunicação à
distância, com excepção dos electrónicos, a carga de uma prelectora do CDC de
Coimbra (uma associação de direito privado com protocolo com a Faculdade de
Direito de Coimbra, que não integrada no seu quadro orgânico).
E aí estabeleceu as
diferenças entre os contratos presenciais e os não presenciais:no quadro dos presenciais enunciou os
contratos que beneficiam de um período de reflexão (14 ou30 dias, consoante as
situações) para o eventual direito de desistimento dos seus termos eefeitos dos que, celebrados nos
estabelecimentos, na acepção que deles se colhe, não são susceptíveis do “dar o
dito por não dito” por terem de ser integralmente cumpridos, a menos que haja
qualquer não conformidade que obrigue à actuação dos direitos ínsitos na
garantia legal e ou comercial.
Foi muito esclarecedora a
sessão.
Seria interessante que os
demais serviços, em número tão limitado, tivessem iniciativas do jaez desta.
Presentes alguns técnicos
de informação para o consumo afectos os Municípios. Que manifestaram a sua
mágoa por não haver acções de formação dirigidas verdadeiramente para os
técnicos, como outrora as havia, no seio do Centro de Formação Autárquica, em
Coimbra, por iniciativa e com a colaboração inteira da apDC.
Iniciativas como as de
Tomar precisam-se, um pouco por toda a parte.