terça-feira, 16 de maio de 2023

"Estado, Estado Ladrão..."

Grávidas e crianças menos, mas portugueses devem comer peixe quase todos os dias

 

Estudados os peixes e mariscos mais consumidos no país, conclui-se que devemos comer peixe até sete vezes por semana, e se for sardinha ou cavala, tanto melhor. Crianças, grávidas e mulheres a amamentar devem comer menos vezes e menos peixes grandes devido às concentrações de mercúrio.

A Comissão Europeia pediu a cada Estado-membro que avaliasse os riscos e benefícios do consumo de peixe. Portugal destaca-se, com a recomendação de que a população em geral deve ter pescado à mesa até sete vezes por semana.

Vem outra vez à tona o benefício dos ácidos gordos e do ómega 3, que se encontram sobretudo na cavala e na sardinha, mas também estão em doses elevadas em peixes como abrótea, bacalhau, carapau, choco, corvina, dourada, faneca, lula, pescada, polvo, raia, "redfish" e robalo. Ler mais

 

Associação atribui "Qualidade de Ouro" a 393 praias portuguesas

 
A associação ambientalista Quercus classificou 393 praias portuguesas como tendo "Qualidade de Ouro", menos 47 do que na época balnear do ano passado, com a região norte a registar a maior queda no número de praias galardoadas.

Em comunicado, a Quercus revela que, das 393 praias galardoadas, 327 são costeiras, 56 interiores e 10 de transição, com todas as regiões do país a registarem uma diminuição no número de praias distinguidas.

“Verifica-se uma forte descida na atribuição do galardão nas águas balneares costeiras”, menos 32 praias, e “as águas balneares interiores registaram uma diminuição de 16 praias”, refere a Quercus. Ler mais

 

Arrendar uma casa com 100m2 em Lisboa dispara para os €1.800/mês

 

O mercado de arrendamento na capital continua em espiral - no espaço de um ano, o valor médio praticado nos novos contratos de arrendamento disparou 23%, alerta a Confidencial Imobiliário 

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As rendas em Lisboa têm vindo a aumentar em sintonia com a atratividade crescente da capital dentro e além-fronteiras. O mais recente relatório da Confidencial Imobiliário dá conta que os novos contratos de arrendamento habitacional firmados no 1º trimestre deste ano em Lisboa e no Porto apresentavam rendas 23% acima da prática de mercado no 2º trimestre de 2022, momento que antecedeu o anúncio do Governo relativo à imposição de limites à atualização das rendas. Ler mais

 

Portugal. Subsídio de alimentação "cobre apenas 1/3" das necessidades


 Portugueses gastam em média 373 euros em alimentação todos os meses.

Nove em cada 10 trabalhadores portugueses recebem subsídio de alimentação, mas o seu valor médio mensal de 127 euros "cobre apenas um terço" das necessidades, segundo um estudo da Edenred Portugal hoje divulgado.

De acordo com o estudo 'Hábitos de consumo, despesas e subsídio de alimentação', os portugueses gastam em média 373 euros em alimentação todos os meses, mas recebem apenas 127 euros em subsídio de refeição.

Outra das conclusões do trabalho aponta para a "redução generalizada dos custos com comida, perante a inflação", e para um "maior controlo dos gastos por quem tem cartão/'voucher' de refeição", sendo que são os trabalhadores com 45 e mais anos, com contrato de trabalho a tempo indeterminado ou que trabalham no setor público, aqueles que mais gastam em comida. Ler mais

 

Fentanil é 150 vezes mais potente que a morfina

 


Fentanil é 150 vezes mais potente que a morfina. Ver mais

Opinião: Proposta de Lei das Fake News

 

A Proposta de Lei das Fake News (PL 2.630/2020 ) tem como objetivo regulamentar a disseminação de notícias falsas ou desinformação nas redes sociais e serviços de mensagem instantânea. A disseminação de notícias falsas conheceu seu maior expoente nas duas últimas eleições presidenciais brasileiras, com propagação de informações falsas e desinformação nas redes sociais e no WhatsApp. A PL prevê medidas como a identificação de usuários em redes sociais, a criação de mecanismos para desmentir informações falsas e a obrigatoriedade de plataformas digitais removerem conteúdos que sejam considerados prejudiciais à saúde, à segurança pública e à ordem econômica. Além disso, a proposta prevê a criação de um Conselho de Transparência e Responsabilidade na Internet para monitorar e regulamentar a disseminação de notícias falsas e desinformação nas redes sociais e serviços de mensagem.
A proposta tem sido alvo de críticas tanto do campo político quanto de empresas de tecnologia, argumentando que a proposta pode abrir caminho para um Estado autoritário que utilize a PL como pretexto para controlar e censurar a imprensa e a sociedade civil. Já as empresas de tecnologia argumentam que a proposta cria um ambiente de incerteza regulatória e pode prejudicar a inovação e o desenvolvimento de novas tecnologias, afirmando que a melhor maneira de combater fake news é por meio de autorregulação e investimentos em tecnologias capazes de detectar e desmentir informações falsas.
Recentemente, a Google Brasil e o Telegram Brasil foram investigados por supostamente realizarem uma campanha contra a aprovação da PL das Fake News, sobrecarregando o sistema da Câmara dos Deputados. O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, declarou que as “Big Techs” serão responsabilizadas por prejudicar a liberdade de voto no Brasil. Moraes ordenou que o Google e outras plataformas digitais removessem as propagandas com ataques ao projeto e ameaçou suspender o Telegram em todo o Brasil se a empresa não retirasse as mensagens contra a PL.

Frutas ao jantar melhoram controlo da glicose em adultos obesos - Estudo

O consumo de fruta ao jantar está associado a um melhor controlo da glicose noturna em adultos obesos, contrariando a narrativa alarmista ...