quinta-feira, 19 de maio de 2022

Fórum “Água: Bem Público ou Negócio?”

 

Realizou-se no passado 14 de maio em Tentúgal, Montemor-o-Velho, o «Fórum da Água: BEM PÚBLICO OU NEGÓCIO?» promovido pelo Movimento Cidadania Democrática – MCD.

Foi uma sessão pública de esclarecimento, aprofundamento de conhecimentos e debate de ideias, bastante participado, que contou com a intervenção de várias individualidades nacionais, que investigam ou conhecem bem o tema.Participaram presencialmente Mário Frota, Ventura Leite, Joaquim Couto, António Arruda, Jaime Pereira dos Santos, Diogo Cabrita, Artur Cordeiro, Jorge Fael e Pinheiro de Castro. Por vídeo conferência participaram José Roquette, Paulo de Morais, Humberto Rocha e Armando Maia. Foi moderadora Paula Veiga, apresentadores Carlos Magalhães e Paulo Alves, relator Bruno Monarca. Encerrou os trabalhos Fernando Pereira, presidente do MCD – Movimento de Cidadania Democrática) que organizou o evento. Ler mais

Volume dos cestos de compras é o menor dos últimos quatro anos

 Quando se compara o primeiro trimestre de 2022 com o período homólogo de 2019, verifica-se que as cestos de compras são mais pequenos, mas de maior valor, de acordo com um estudo da Kantar.

O aumento dos preços está já a ter impacto nas compras dos portugueses. Um estudo realizado pela Kantar para a Centromarca – Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca, divulgado na quarta-feira, revelou que o volume dos cestos das compras é o menor dos últimos quatro anos.

Segundo os dados da consultora, verificou-se uma quebra do volume dos cestos na ordem dos 2,8% no primeiro trimestre do ano, em compara com o período homólogo de 2019.

"Considerando o mesmo período evolutivo nos vários segmentos, observa-se que quase todos são impactados por cestas ligeiramente mais pequenas, mas com um gasto maior", pode ler-se no comunicado sobre o estudo, ao qual o Notícias ao Minuto teve acesso. 

Ainda assim, há um segmento que contraria esta tendência: higiene e beleza, que "mantém a desvalorização que já era sentida nos períodos anteriores, com uma preferência por categorias de cuidado e um maior mix entre marcas de distribuição e marcas de fabricante". 

"Quando se analisa o início deste ano e se compara com o do ano anterior, assiste-se a uma perda inevitável, tanto em valor como em volume, uma vez que no primeiro trimestre de 2021 estávamos confinados. No entanto, quando se compara o primeiro trimestre de 2022 com o homólogo de 2019, verifica-se que as cestas são mais pequenas, mas de maior valor. A frequência de compra mantém-se estável, com os jovens a serem o grupo que mais aumenta a regularidade de compra, como já vinha a acontecer", explica Marta Santos, 'sector director' da Kantar, citada no mesmo comunicado. 

O estudo da Kantar para a Centromarca destaca ainda o crescimento das marcas de distribuição. "Neste momento, a quota em valor situa-se nos 41,1%, tendo aumentado 2,3pp face a 2021 e 5,2pp relativamente a 2019, com destaque nesta evolução para a performance das marcas de distribuição da Mercadona e do Intermarché", pode ainda ler-se. 

"Em crises anteriores, como na de 2011, o corte de custos em resposta à crise levou a uma maior procura das marcas da distribuição, as quais chegaram a atingir os 37% de quota em valor no primeiro trimestre desse ano, valor que posteriormente decresceu por força da forte ação promocional dos fabricantes. Hoje, esta ameaça às marcas de fabricante é ainda maior, uma vez que existe um contexto diferente, com lojas com formatos de sortido curto muito focadas nas suas marcas próprias, ágeis e que conquistaram a confiança de muitos portugueses", nota Pedro Pimentel, diretor-geral da Centromarca.

 

Diario de 19-5-2022


 Diário da República n.º 97/2022, Série I de 2022-05-19

Assembleia da República
Substituição de membro no Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida
Negócios Estrangeiros
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Reino dos Países Baixos notificou ter a República da Nicarágua formulado uma reserva relativamente à Convenção sobre a Cobrança Internacional de Alimentos em Benefício dos Filhos e de Outros Membros da Família, adotada na Haia, a 23 de novembro de 2007
Região Autónoma da Madeira - Assembleia Legislativa
Determina a constituição de comissão de inquérito sobre «As falhas na operacionalização da linha de crédito às empresas da Região Autónoma da Madeira afetadas pelo surto do novo coronavírus (COVID-19), designada linha de crédito INVEST RAM»

Interconexões ibéricas são "muito urgentes e importantes" para Bruxelas

 
A Comissão Europeia defendeu hoje que a criação de interconexões para a Península Ibérica é "muito urgente e importante", nomeadamente as interligações elétricas transfronteiriças, mas também para transporte de GNL e hidrogénio 'verde'.

"Precisamos de acelerar a introdução das interconexões e somos bastante defensores da criação de melhores ligações entre a Península Ibérica e o resto da Europa porque se formos bem-sucedidos na criação de um mercado global de energia, precisamos realmente de utilizar todo o potencial dos terminais de GNL [gás natural liquefeito] na Península Ibérica", disse o vice-presidente executivo da Comissão Europeia Frans Timmermans.

Questionado pela Lusa na conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas, no dia em é apresentado o pacote energético REPowerEU, o responsável europeu pela área do Pacto Ecológico Europeu acrescentou: "Para nós é muito importante [ter interligações de gás], mas também as interconexões elétricas transfronteiriças são importantes e melhorá-las na Península Ibérica, entre a Península Ibérica e a França, é muito urgente e de grande importância". Ler mais

 

Conta das famílias no super subiu em março e mais ainda em abril

 
Aumento dos preços já se faz sentir no bolso das famílias. Portugueses gastaram nos primeiros quatro meses do ano 3324 milhões de euros no retalho alimentar, mais 69 milhões (2,1%) do que em igual período de 2021. Mas em abril a subida foi de 5,7%.

s famílias portuguesas começam a sentir os efeitos da inflação e os números das vendas de bens de grande consumo, vulgo vendas do retalho alimentar, vêm prová-lo. Nos primeiros quatro meses do ano, os portugueses deixaram 3324 milhões de euros nas idas aos supermercados, mais 2,1% do que em igual período do ano passado. Ou seja, mais 69 milhões. Mas a tendência de crescimento acelerou a partir de março.

Os dados são da NielsenIQ e mostram que, em termos de consumo, o ano começou em baixa, com as vendas de bens de grande consumo a caírem 1,1% em fevereiro, comparativamente a igual mês de 2021. A questão é que o efeito pandemia ainda se fez sentir muito nos números do início do ano passado, com o governo a decretar a obrigatoriedade do teletrabalho e o encerramento de todas as atividades não essenciais. Ler mais

Privation, adaptation : quel impact a l'inflation sur la consommation des Français ?

Une étude d'Ipsos pour l'Observatoire E.Leclerc des nouvelles consommations montre comment le choc inflationniste a perturbé les habitudes de consommation des Français.

Pour 85% des Français, avoir une alimentation de qualité coûterait trop cher. Voici comment l'Observatoire E.Leclerc des nouvelles consommations introduit son enquête de grande ampleur, destinée à dresser un aperçu des différents comportements liés à l'inflation qui s'accentue depuis plusieurs mois. Sans surprise, la hausse des prix s'installe dans le quotidien de la quasi-totalité des Français, puisque 96% d'entre eux disent la ressentir dans leur panier de courses. Le pouvoir d'achat est de fait nettement touché, avec près de 8 consommateurs sur 10 (77%) qui affirment qu'il a diminué au cours des derniers mois. (...)

PROGRAMA DO XXIII GOVERNO CONSTITUCIONAL PROTECÇÃO DOS CONSUMIDORES (uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma?…)

 


UMA ANÁLISE DESPRETENSIOSA

RESUMO

O autor passa em revista o Programa do Governo, apresentado ao Parlamento no dia 1.º de Abril em curso, no que tange em particular  à política de consumidores.

O programa, sem uma “coluna vertebral” adequada, parece reproduzir em parte o que a Nova Agenda Europeia que a lume veio a 13 de Novembro de 2020 exprime, sem se revelar consequente no que às estritas necessidades do País e da sua massa de consumidores  se impõe.

No mais, voga por entre minudências, não distinguindo entre as linhas mestras que deveriam enformá-lo e os meros actos de execução  ou  pontuais intervenções reclamadas pelas circunstâncias, v.g., como o de “acompanhar e aprofundar o Livro de Reclamações, o desenho de injunções no quadro das atribuições e competências dos reguladores, ou de medidas repetidas à exaustão, sem sucesso, como a revisão do Código da Publicidade ou do regime das acções colectivas (aliás, imposição de directiva que remonta a 25 de Novembro de 2020 cuja data-limite aponta para 25 de Dezembro do ano em curso e que o Estado terá imperativamente de transpor) ou a avaliação do quantum das comissões bancárias… Ou, então, como o facto de eleger a Comissão das Cláusulas Abusivas, como estruturante de um Programa quando, por direitas contas, deveria estar de pé já a 26 de Julho de 2021, mercê  de lei do Parlamento que o impusera de modo indeclinável por forma a que entrasse em pleno  vigor a 25 de Agosto p.º p.º O que, por negligente omissão, não ocorreu com notórios reflexos no estatuto do consumidor e nos equilíbrios da ordem jurídica interna. Ler mais

Próximos dias vão ser mesmo muito difíceis. Não deve ignorar este aviso

  Risco de incêndio rural será muito elevado nos próximos dias e toda a ajuda pode fazer a diferença para evitar males maiores. A GNR conta ...