A inteligência artificial está a acelerar a transformação das empresas, mas também a criar novas portas de entrada para o cibercrime. Entre as organizações portuguesas que sofreram ciberataques nos últimos 12 meses, 92% registaram pelo menos um incidente associado a novas vulnerabilidades de IA.
A inteligência artificial está a acelerar a transformação das empresas, mas também a criar novas portas de entrada para o cibercrime. Entre as organizações portuguesas que sofreram ciberataques nos últimos 12 meses, 92% registaram pelo menos um incidente associado a novas vulnerabilidades de IA, quase o dobro dos 48% registados no ano anterior.
Os dados fazem parte do Relatório de Ciberpreparação da Hiscox 2026, desenvolvido em colaboração com a Wakefield Research, que analisa a preparação das pequenas e médias empresas para enfrentar o risco cibernético. Em Portugal, foram inquiridos 250 profissionais de empresas com menos de 250 colaboradores, num universo de 6.800 participantes em dez mercados. Ler mais

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