Dado que a eletricidade não se pode ‘armazenar’ diretamente, são necessários backups firmes para evitar ‘apagões’ quando falta sol ou vento, e as FIT isentam os produtores intermitentes de pagarem o respetivo custo. Esse custo fica à responsabilidade dos consumidores.
Quando em 2006 o Governo de José Sócrates decidiu basear o
Sistema Elétrico Português em potências intermitentes, eólicas e
solares, protegidas por FIT-Feed In Tariffs, entrou-se numa completa
irracionalidade, tanto económica como tecnológica.
As FIT são tarifas políticas que asseguram aos investidores uma ‘reserva de mercado’ com preços sempre garantidos, independentemente do balanço oferta/procura que exista em cada momento. Ler mais

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