O valor final da pensão depende cada vez mais da idade de saída, da duração da carreira e do nível salarial, num sistema em que as majorações por trabalho prolongado podem não beneficiar todos os contribuintes da mesma forma.
A pensão após a idade legal e com mais de 40 anos de carreira contributiva tem bonificações, mas está limitada a 92% da remuneração de referência, beneficiando, sobretudo, quem ganha mais, conclui um estudo promovido pela Fundação Res Publica.
A conclusão faz parte do estudo “Eficácia social das pensões – O caso das taxas de substituição”, da autoria de José António Vieira da Silva, antigo ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e de Vítor Junqueira, membro da Comissão do Livro Verde e ex-diretor do Centro Nacional de Pensões e que foi hoje apresentado. Ler mais

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