Um fogão de marca, adquirido em 2024, com a garantia legal em vigor.
Vidro do forno que se estilhaça em pleno funcionamento sem quaisquer causas externas que o houvessem propiciado, ferrugem que dele se apossou, ruído extravagante que provoca quando se roda o marcador para o “eco”.
Fornecedor de imediato contactado.
Resposta – surpreendente? – do outro lado da linha:
“Nós só vendemos, não fabricamos, não temos nada com isso! Vá à marca, queixe-se à marca”!
Tentativa de explicação de que o contrato fora celebrado com ele, por sinal, o titular do estabelecimento que fornecera o produto.
Intransigência absoluta!
Invocámos a lei! Ler mais

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