O Governo admite que a prometida continuação da redução do IRS poderá não avançar já no Orçamento do Estado para 2027, apontando como principal razão o impacto financeiro das medidas aprovadas no Parlamento com o apoio conjunto do PS e do Chega, a que se junta o atual contexto económico internacional.
O Governo admite que a prometida continuação da redução do IRS poderá não avançar já no Orçamento do Estado para 2027, apontando como principal razão o impacto financeiro das medidas aprovadas no Parlamento com o apoio conjunto do PS e do Chega, a que se junta o atual contexto económico internacional. Apesar de garantir que mantém o compromisso assumido no programa do Executivo de prosseguir o desagravamento fiscal para as famílias ao longo da legislatura, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reconhece que a margem orçamental poderá revelar-se insuficiente para concretizar um novo corte nas taxas do imposto já no próximo ano. Ler mais

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