Mais de 60 crianças e jovens morreram afogadas e 57 necessitaram de tratamento hospitalar em Portugal entre 2020 e 2024, sendo na maioria rapazes adolescentes e sobretudo no verão, segundo dados hoje divulgados.
Entre “2020 a 2024, 63 crianças e jovens perderam a vida por afogamento e 57 necessitaram de internamento hospitalar. Adicionalmente, o 112 reencaminhou para o CODU/INEM um total de 588 ocorrências médicas relacionadas com afogamentos e acidentes de mergulho”, refere a Guarda Nacional Republicana e Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), num comunicado conjunto.
A GNR e a APSI avançam que na próxima semana vão lançar uma nova campanha para combater o afogamento infantil, tendo em conta “o aumento preocupante da mortalidade nos últimos anos”, maioritariamente em rios, albufeiras e locais não vigiados, após uma “redução expressiva de mortes e internamentos nas últimas duas décadas”. Ler mais

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