Se os grandes centros de dados pagarem os reforços que exigem à rede, o impacto nas famílias pode ser limitado; se os custos forem diluídos nas tarifas, a IA pode acabar por aparecer na conta da luz dos consumidores — não pela energia gasta numa resposta, mas pela infraestrutura necessária para a gerar.
Os centros de dados que alimentam a inteligência artificial estão a consumir cada vez mais eletricidade. A questão já não é apenas saber se há energia suficiente para os alimentar. É saber quem vai pagar as redes necessárias para os ligar.
Para já, em Portugal, não há qualquer estimativa pública que quantifique um eventual impacto direto da IA na conta da luz dos consumidores. Mas noutros países o debate já saiu dos relatórios técnicos e chegou às faturas. Ler mais

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