terça-feira, 19 de maio de 2026

Quando um ciberataque pode parar um hospital

 

O setor da saúde está a enfrentar uma escalada de ameaças digitais num momento em que hospitais, clínicas e laboratórios dependem cada vez mais de infraestruturas tecnológicas críticas. É preciso ter muita atenção com as fragilidades dos sistemas legados e para falhas persistentes na formação dos profissionais, num cenário em que a cibersegurança começa a ter impacto direto na continuidade dos cuidados clínicos.

O setor da saúde tornou-se uma das prioridades dos grupos de cibercrime organizados e de operações de espionagem patrocinadas por Estados. A conclusão surge no mais recente relatório da NCC Group, que contabilizou 550 ataques dirigidos a organizações de saúde durante o último ano, um crescimento de 216% face a 2022.

A saúde mantém-se há três anos consecutiva entre os cinco setores mais atacados a nível mundial, refletindo uma mudança estrutural no perfil das ameaças digitais. O foco dos atacantes deixou de estar apenas na interrupção operacional e passou também pela monetização de dados clínicos, espionagem tecnológica e exploração de vulnerabilidades em infraestruturas críticas. Ler mais

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