Para chegar a esta conclusão, os investigadores utilizaram técnicas avançadas de modelação não linear e analisaram dados históricos de concentração atmosférica das últimas três décadas, entre 1991 e 2020.
A poluição atmosférica por partículas finas e dióxido de azoto pode ser a causa direta de aproximadamente nove milhões de casos de diabetes tipo 2 na Europa a cada ano, segundo um estudo.
No trabalho realizado pela Universidade de Múrcia (UMU) e o Centro Nacional de Supercomputação de Barcelona (BSC-CNS), os investigadores constataram que existe uma “relação direta e alarmante” entre a exposição prolongada a poluentes atmosféricos e a incidência de diabetes tipo 2 (DM2), a forma mais comum da doença. Ler mais

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