Como consequência da guerra no Médio Oriente, o
Infarmed dará "máxima prioridade” à avaliação de processos relacionados
com o registo de novos fabricantes e quer conhecer eventuais subidas de
preços.
O Infarmed pediu aos agentes económicos do setor do medicamento que avaliem potenciais riscos indiretos da guerra no Médio Oriente nas cadeias de fornecimento, assim como a dependência de fornecedores e matérias-primas.
Segundo uma nota divulgada no site, o Infarmed pediu igualmente aos fabricantes, titulares, importadores, distribuidores por grosso e outros operadores que reforcem os mecanismos de monitorização dos níveis de ‘stock’ e da capacidade de fornecimento de produtos críticos e que comuniquem ao Infarmed “com a maior brevidade possível” quaisquer constrangimentos “atuais ou previsíveis” que possam comprometer a disponibilidade de medicamentos ou dispositivos médicos. Ler mais

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