O risco para Portugal mantém-se muito baixo, pelo que não há medidas preventivas a implementar a nível nacional para a população, nota a DGS. Um caso suspeito é “qualquer pessoa que tenha partilhado ou visitado um meio de transporte onde tenha havido um caso confirmado ou provável de infeção.
A Direção-Geral da Saúde publicou nesta segunda-feira orientações para a gestão de possíveis casos suspeitos do surto de Hantavírus e indicou que o risco em Portugal “mantém-se muito baixo”, sem necessidade de implementar medidas preventivas.
“Esta Orientação enquadra as medidas a adotar, pelos profissionais do sistema de saúde português, para gestão de eventuais contactos no âmbito do recente surto de Hantavírus no navio cruzeiro MV Hondius, na eventual possibilidade de darem entrada em Portugal indivíduos que foram contactos de casos com relação a este surto”, explicou o organismo na sua nota na página na Internet. Ler mais

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