Um estudo da ISACA revela que mais de um terço das organizações europeias não consegue confirmar se já foi alvo de ciberataques apoiados por inteligência artificial. A rápida adoção destas ferramentas nas empresas está a avançar mais depressa do que os mecanismos de controlo, aumentando a pressão sobre equipas de segurança e responsáveis tecnológicos.
A evolução das ameaças informáticas suportadas por inteligência artificial está a ultrapassar a capacidade de resposta de muitas empresas europeias. Um estudo realizado pela associação ISACA junto de 681 profissionais da área da confiança digital conclui que 35% das organizações não conseguem confirmar se sofreram ataques cibernéticos orquestrados com recurso a inteligência artificial.
O inquérito, denominado “AI Pulse Poll 2026”, aponta para uma crescente dificuldade das equipas de segurança tecnológica em identificar métodos de fraude digital cada vez mais sofisticados. Cerca de 71% dos especialistas considera que técnicas como a engenharia social e a falsificação de identidade se tornaram significativamente mais difíceis de detetar devido à utilização de algoritmos avançados. Ler mais

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