Há uma ideia comum entre consumidores: enquanto o telemóvel ainda liga, ainda carrega ou ainda “vai dando”, a reparação pode esperar. Parece racional. Muitas vezes, não é.
Na prática, grande parte das avarias graves começa por sintomas menores ignorados durante semanas ou meses: uma bateria que já não dura o dia, um ecrã com uma fissura discreta, uma porta de carregamento instável ou um equipamento que aquece mais do que devia.
Segundo a experiência acumulada da iServices, marca portuguesa especializada em reparação e recondicionamento tecnológico, o adiamento continua a ser um dos principais fatores de agravamento do custo final de intervenção. Ler mais

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