quarta-feira, 15 de julho de 2026

“Rolls-Royce com pneus de bicicleta”: Diretores escolares arrasam Governo no caso dos exames e alertam que problemas podem voltar na 2.ª fase

 

Depois de sucessivos adiamentos na conclusão da correção dos exames nacionais do ensino secundário, terminou hoje o prazo extraordinário concedido aos professores classificadores para finalizar o processo.

Depois de sucessivos adiamentos na conclusão da correção dos exames nacionais do ensino secundário, terminou hoje o prazo extraordinário concedido aos professores classificadores para finalizar o processo. 

Mantém-se agora a expectativa em torno da afixação das pautas, prevista para esta sexta-feira, enquanto persistem as dúvidas sobre o impacto que os problemas técnicos da plataforma digital poderão ter na confiança dos alunos e das famílias. Em entrevista exclusiva à Executive Digest, o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, faz um retrato crítico de todo o processo, responsabiliza as falhas tecnológicas pelos atrasos, elogia o esforço dos docentes e considera injustas algumas das críticas dirigidas aos professores.  Ler mais

CONFERÊNCIA COMEMORATIVA 30 Anos da Lei de Defesa do Consumidor: Balanço e Desafios


 

Edição de hoje, 16 de Julho de 2026, do diário 'As Beiras', de Coimbra



 

Imprensa Escrita - 16-7-2026

 





SEGUROS: encanar a perna à rã é atitude cristã ou abominável prática ‘pagã’?

 


Dirige-se-nos um consumidor, domiciliado na Região Centro, desesperado pelas consequências da atitude adoptada pela seguradora em que subscreveu um contrato multi-riscos habitação.

“Na sequência das últimas tempestades, diz-nos, tive infiltrações em casa e danos no telhado. Accionei o seguro multi-riscos, mas a seguradora diz que os estragos resultam de falta de manutenção e não da tempestade. Como poderei impugnar uma tal postura, em si mesma inqualificável?”

O dar de ombros das seguradoras perante situações a exigir discernimento e diligência e o permanente sacudir a água do capote de responsabilidades que lhes cabem é algo que se não estranha e que torna a situação das vítimas, como no caso, muito delicada. Porque é de uma prova diabólica que se trata. Claro que se perspectiva, no caso, o recurso a peritos, cujo trabalho é normalmente excessivamente oneroso. Ler mais 

Seguros: encanar a perna à rã é atitude cristã ou abominável prática ‘pagã’?

 


Dirige-se-nos um consumidor, domiciliado na Região Centro, desesperado pelas consequências da atitude adoptada pela seguradora em que subscreveu um contrato multi-riscos habitação.

“Na sequência das últimas tempestades, diz-nos, tive infiltrações em casa e danos no telhado. Accionei o seguro multi-riscos, mas a seguradora diz que os estragos resultam de falta de manutenção e não da tempestade. Como poderei impugnar uma tal postura, em si mesma inqualificável?”

O dar de ombros das seguradoras perante situações a exigir discernimento e diligência e o permanente sacudir a água do capote de responsabilidades que lhes cabem é algo que se não estranha e que torna a situação das vítimas, como no caso, muito delicada. Porque é de uma prova diabólica que se trata. Claro que se perspectiva, no caso, o recurso a peritos, cujo trabalho é normalmente excessivamente oneroso. Ler mais

Cibercrime recupera os gráficos ASCII para camuflar códigos QR maliciosos no correio empresarial

 

As últimas campanhas de phishing utilizam códigos QR criados com caracteres de texto para fugir aos filtros de correio e roubar credenciais corporativas através de falsos pedidos de assinatura de documentos.

A representação gráfica através de carateres tem as suas raízes nas primeiras etapas da informática, quando a incapacidade dos computadores para processar gráficos reais obrigou a compor imagens mediante símbolos de texto. Este método, popularizado após a introdução do padrão ASCII em 1963 e alargado posteriormente com conjuntos de carateres como o Unicode, foi adotado na década de 2000 pelos remetentes de correio não solicitado (spam). Naquele período, a substituição de imagens por texto procurava contornar os mecanismos de deteção capazes de examinar ficheiros de imagem em busca de hiperligações ocultas.

Com o tempo, o uso de códigos QR intensificou-se em setores como a hotelaria, o turismo e os serviços corporativos, atingindo um pico notável de utilização durante os meses estivais. Esta presença constante fez com que, ao longo da segunda metade de 2025, as campanhas de usurpação de identidade baseadas nestes elementos se multiplicassem por cinco. Ler mais

COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS - ACTIVAÇÃO DE SERVIÇOS SEM INTERVENÇÃO DO CONSUMIDOR

1.«1 - Antes de o consumidor ficar vinculado pelo contrato ou oferta, o fornecedor… tem de obter o [seu] acordo expresso para qualquer pagam...