sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Custo das casas aumenta interesse por parques de campismo

 Alguns parques de campismo do distrito do Porto têm sentido um aumento na procura e interesse, fruto da subida dos custos da habitação, mas por falta de vagas ou impossibilidade legal tal não se traduziu em estadias permanentes. 

Situado a 16 quilómetros do Porto, o parque de campismo de Angeiras, em Matosinhos, é habitualmente procurado durante os fins de semanas e férias, mas nos últimos tempos são várias as pessoas que se têm deslocado ao parque para pedir informações.

Fonte do parque, que é gerido pela Orbitur, adiantou à Lusa que são também vários os que ligam a pedir valores e preços, mas neste momento "ninguém vive no parque". Ler mais

 

"Não nos contem anedotas! Quem é o soberano? O consumidor ou o fornecedor? Onde foram descobrir isto? Andam todos ao serviço da Deco-Proteste, Limitada?

 Partilhar pratos? Restaurantes podem recusar, mas não é "melhor prática

Os estabelecimentos de restauração podem recusar a partilha de pratos ou doses, "apesar de não ser a melhor prática", de acordo com o Guia de Regras e Boas Práticas na Restauração, hoje divulgado pelo Governo.

"Não existindo uma norma específica reguladora desta matéria, e apesar de não ser a melhor prática, os estabelecimentos têm a liberdade de recusar a partilha [de doses ou pratos], bem como cobrar por esse serviço adicional (pelo uso de pratos, talheres e respetiva lavagem), desde que essa informação se encontre afixada em local acessível e visível e conste da lista de preços", lê-se no documento elaborado pela Direção-Geral do Consumidor (DGC) e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e divulgado pelo Ministério da Economia e Mar.

A partilha de pratos nos restaurantes é um dos temas abordados nas 25 recomendações que fazem parte do guia, já disponível 'online' e que "procura responder e esclarecer recorrentes dúvidas dos consumidores e agentes económicos", apontou o Governo, em comunicado. Ler mais

Governo ainda não decidiu se haverá travão nas rendas para 2024

 

A ministra da Habitação salientou hoje que o Governo ainda não decidiu se vai impor um travão ao aumento das rendas para 2024, defendendo que "não há nenhuma demora" naquela decisão, que só terá implicações em janeiro.

"Não há nenhuma implicação prática do facto de não termos tomado nenhuma decisão, se viermos a tomar alguma decisão", afirmou Marina Gonçalves, na Maia, no distrito do Porto, quando questionada sobre se o Governo vai ou não travar aumento das rendas em 2024.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) adiantou no dia 12 de setembro que as rendas em vigor poderão sofrer uma taxa de atualização de 6,9% em 2024, sendo que o Governo não esclareceu ainda se vai impor um travão aquele aumento, à semelhança do que fez para 2023. Ler mais

Nova lei da droga entra em vigor no domingo. O que muda?

 O objetivo passa, essencialmente, por não penalizar o consumidor e apertar o cerco ao tráfico de estupefacientes.

o Parlamento a 19 de julho e promulgada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a 31 de agosto. Mas há ainda quem tenha dúvidas sobre a mesma.

Resumidamente, esta nova lei vem descriminalizar as drogas sintéticas e passa a não penalizar o consumidor das mesmas, apertando, contudo, o certo aos traficantes.

No fundo, visa estender o regime jurídico e os mesmos princípios das drogas ditas clássicas, como a canábis e a heroína, às fabricadas de modo artificial, como é o caso do ecstasy ou do LSD.

A quantidade de drogas sintéticas permitidas "para consumo médio individual" passa assim de cinco para dez dias No entanto, segundo o diploma, se exceder esse 'teto' - que não é especificado na lei - o consumidor pode ainda ser absolvido se provar que a droga se destina "exclusivamente ao consumo próprio", uma decisão que caberá a cada juiz.

Recorde-se que a Região Autónoma da Madeira tinha solicitado no início de agosto, ao Chefe de Estado que não promulgasse a nova lei da droga, alegando "violação da Constituição Portuguesa".

Apesar de ter promulgado a nova lei da droga, Marcelo Rebelo de Sousa não deixou de manifestar "reservas sobre uma questão de conteúdo" da mesma e "na linha do entendimento que já vem dos tempos do Presidente Jorge Sampaio, considerando, agora, em particular, a especial incidência dos novos tipos de drogas nas Regiões Autónomas".

 

Combustíveis: Gasóleo desce de preço pela segunda semana consecutiva. Gasolina acompanha queda

 

Depois de uma pequena descida no preço do gasóleo, esta semana, a próxima será de novo alívio, quer no gasóleo, quer na gasolina, e desta vez mais intenso. É expectável, segundo indica o portal especializado Away, que o preço da gasolina desça até 5 cêntimos/litro, queda que será acompanhada no gasóleo, de até 6 cêntimos por litro. A redução é também explicada pela descida do ISP, anunciada esta semana pelo Governo.

A tendência descida dos combustíveis é confirmada pelos preços dos postos de abastecimento junto aos hipermercados, que ganharam muitos adeptos com a escalada de combustíveis. “A tendência da próxima semana será para uma ligeira descida de 0,0026 euros na gasolina 95 e uma ligeira descida do gasóleo em 0,0011 euros”, afirmou fonte do setor à ‘Executive Digest’. Ler mais

Apple ‘soma’ queixas dos utilizadores: iPhone 15 Pro e Pro Max registam problemas de superaquecimento

 

A Apple tem enfrentado diversas reclamações de utilizadores de problemas de superaquecimento dos seus novos modelos iPhone 15, sendo que os clientes alegaram que a estrutura de titânio fica quente demais para estar nas mãos. No fórum da comunidade da Apple, as queixas incidem-se em particular nos modelos Pro e Pro Max.

No fórum, estão já várias críticas: um utilizador publicou uma foto do seu iPhone 15 ao lado de um termómetro que marca 44 graus Celsius.

De acordo com Ming-Chi Kuo, analista da Apple na ‘TF International Securities’, qualquer problema de superaquecimento provavelmente deve-se “a falhas” no design do telemóvel conforme a Apple pretendeu reduzir o peso do produto. Ler mais

Mais de 3 mil idosos pediram ajuda à APAV nos últimos dois anos

 

Mais de 3 mil pessoas idosas pediram ajuda à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) nos últimos dois anos, sobretudo por violência doméstica e depois de vários anos a serem violentadas.

Os dados da APAV, a que a agência Lusa teve acesso, dão conta que nos anos de 2021 e 2022, 3.122 idosos recorreram à associação por serem vítimas de crimes ou de violência, a maioria mulheres (76,6%), com idade entre os 65 e os 74 anos (49,3%), de nacionalidade portuguesa (93,5%) e reformadas (52,1%).

Os números são apresentados em antecipação do Dia Internacional da Pessoa Idosa, que se assinala no dia 01 de outubro, e revelam que, em média, a APAV apoia todos os dias quatro pessoas idosas vítimas de crime ou de violência. Ler mais

 

De omissão em omissão vão-se os brios da Nação…

  Portugal averba, uma vez mais, uma falta, aliás, clamorosa: não transpôs a Directiva “Reparação de Bens de Consumo” que a lume veio a 13...