terça-feira, 19 de setembro de 2023
O que aconteceu aos combustíveis? Quanto disparou o gasóleo? As contas

Afinal, o que aconteceu aos preços no início desta semana? Veja o gráfico.
Os preços dos combustíveis arrancaram esta semana com uma subida, que foi mais pronunciada no caso do gasóleo simples, de acordo com os dados divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).
Afinal, o que aconteceu aos preços? Vamos às contas.
O preço médio do gasóleo simples passou de 1,758 €/litro para 1,805 €/litro, o que significa um aumento de 4,7 cêntimos entre domingo e segunda-feira.
Já a gasolina simples 95 aumentou de 1,852 €/litro para 1,857 €/litro no mesmo período, o que significa mais meio cêntimo, tendo por base o preço médio divulgado pela DGEG. Ler mais
Consumo de raspadinhas é três vezes mais frequente nos pobres
“A grande conclusão do estudo é que a raspadinha atinge diretamente a população socialmente mais vulnerável”, revela Pedro Morgado, psiquiatra que coordenou a investigação com o economista Luís Aguiar-Conraria. Em média, os portugueses gastam 54 euros por ano em raspadinhas, mas é na população que ganha entre 400 euros e 664 euros que surge a maior prevalência, pois estes jogam 3,1 vezes mais do que quem aufere mais de 1500 euros.
Das 2554 entrevistas que o estudo validou de Norte a Sul e ilhas,
detetou-se que 8,7% dos inquiridos joga na raspadinha pelo menos uma vez
por mês, sendo que há maior prevalência em certos grupos da população,
por exemplo os de baixos rendimentos. Ler mais
73% dos consumidores confia em conteúdos produzidos por IA Generativa
A grande maioria (73%) dos consumidores mundiais confia nos conteúdos produzidos por Inteligência Artificial (IA) Generativa. A conclusão é do novo estudo do Research Institute da Capgemini, intitulado ‘Why consumers love generative AI’, com objetivo de perceber como os consumidores utilizam estas ferramentas.
O estudo revela ainda que a maioria (51%) dos consumidores está a par das últimas tendências da IA generativa e já explorou estas ferramentas.
Professores e alunos querem recuo nos manuais digitais
Com vários países a voltarem atrás na digitalização das aulas, em Portugal docentes e estudantes defendem manuais digitais apenas como complemento à aprendizagem. A favor do progresso, mas "contra o retrocesso intelectual" provocado pelo uso excessivo de tecnologia.
Suécia, Dinamarca, Reino Unido e Noruega são alguns dos países que, após
defenderem uma maior presença dos manuais digitais em sala de aula,
decidiram dar um passo atrás. Por cá, este ano letivo, mais de 20 mil
alunos, do 3º ao 12º ano, de 160 escolas vão estudar com manuais
digitais. Trata-se da quarta fase do Projeto-piloto lançado pelo Governo
para substituir gradualmente os livros em papel. Números que quase
duplicam os alunos abrangidos, face ao ano passado. No ano letivo
2022/2023, o estudo com manuais digitais chegou a 11.437 alunos de 575
turmas, de 68 agrupamentos escolares e escolas não agrupadas Ler mais
Novas regras europeias querem proteger consumidores de dívidas excessivas
A nova diretiva relativa aos créditos aos consumidores foi aprovada pelo Parlamento Europeu. A legislação visa assegurar o bom funcionamento dos mercados de crédito e abrangerá contratos de crédito até 100 mil euros.
O mutuante, antes de celebrar um contrato de crédito, vai ter de
proceder a uma avaliação exaustiva da solvabilidade do consumidor, no
interesse deste, e evitar a concessão de empréstimo de modo
irresponsável e o sobre-endividamento. A avaliação deve verificar a
capacidade do consumidor para cumprir as suas obrigações. Ler mais
Sistema Volta facilmente aldrabado com iogurte (atualização)
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