Com vários países a voltarem atrás na digitalização das aulas, em Portugal docentes e estudantes defendem manuais digitais apenas como complemento à aprendizagem. A favor do progresso, mas "contra o retrocesso intelectual" provocado pelo uso excessivo de tecnologia.
Suécia, Dinamarca, Reino Unido e Noruega são alguns dos países que, após
defenderem uma maior presença dos manuais digitais em sala de aula,
decidiram dar um passo atrás. Por cá, este ano letivo, mais de 20 mil
alunos, do 3º ao 12º ano, de 160 escolas vão estudar com manuais
digitais. Trata-se da quarta fase do Projeto-piloto lançado pelo Governo
para substituir gradualmente os livros em papel. Números que quase
duplicam os alunos abrangidos, face ao ano passado. No ano letivo
2022/2023, o estudo com manuais digitais chegou a 11.437 alunos de 575
turmas, de 68 agrupamentos escolares e escolas não agrupadas Ler mais

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